Mossoró recebe pela primeira vez o “Festival Internacional Casa da Ribeira – FICA”

Criado em 2018, o Festival Internacional Casa da Ribeira (FICA) se expande e, em sua 4ª edição, desembarca pela 1ª primeira vez em Mossoró. Essa novidade é resultado da parceria entre a Casa da Ribeira e o Centro Cultural Banco do Nordeste. Sob a temática “Artes da Cena e do Ser”, o Festival acontece na capital do Oeste Potiguar com apresentações entre os dias 20 a 22 de dezembro, no Teatro de Quintal – ingressos serão distribuídos uma hora antes das sessões. Após edições realizadas em 2018, 2019 e 2021, o FICA retorna em 2024, promovendo a reflexão sobre “Artes da Cena e do Ser”. Trata-se de um festival de artes cênicas, que visa o desenvolvimento de atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais. A programação do FICA em Mossoró inclui três apresentações, uma em cada dia, proporcionando uma experiência rica e única para o público. Veja a programação: Dia 20, às 20h, tem o espetáculo teatral “A Força da Água” do Pavilhão da Magnólia de Fortaleza/CE; Dia 21, às 20h, é a estreia internacional do espetáculo “Íris” (Dança) de Clarissa Rêgo e Thilo Seevers (Graz/Áustria); Dia 22, às 17h, o espetáculo “Canções Daqui, Contos do Mundo” da Cia Pão Doce, de Mossoró – RN. O FICA Mossoró é uma realização da Casa da Ribeira: Casa + Negra Diversidade em parceria com o BNB Cultural e apoio da Das Land Steiermark – Kultur, Europa, Sport e Bundesministeriums für Kunst, Kultur, öffentlichen Dienst und Sport. Para mais informações sobre o FICA 2024, links de inscrições e ingressos, basta acessar as redes sociais da Casa no @casadaribeira ou visitar o site casadaribeira.com.br/ Sinopses dos espetáculos para Mossoró/RN A FORÇA DA ÁGUA – Pavilhão da Magnólia de Fortaleza/CE; O grupo cearense Pavilhão da Magnólia chega a Mossoró com o espetáculo “A FORÇA DA ÁGUA”. Com texto e direção de Henrique Fontes (RN), a peça de teatro documental trará fatos apagados da história do Brasil em torno da indústria da seca. Desde as promessas feitas por Dom Pedro, passando pelo genocídio nos campos de concentração e no Caldeirão até o tempo presente, quando descobrimos que a água não é um direito constitucional. Provocando o público para as questões: Até quando aceitaremos o discurso da seca como fatalidade? Até quando vamos seguir aceitando essa cerca do silenciamento? “ÍRIS” (DANÇA) – de Clarissa Rêgo e Thilo Seevers (Graz/Áustria) Em tempos de aceleração de tudo, de um mundo constantemente hiper-iluminado, onde mercadorias têm trânsito livre, mas pessoas não, um mundo no qual importantes ecossistemas estão à beira do colapso, em que por uma bandeira se pode matar ou morrer, um mundo em que os pilares essenciais à manutenção da vida parecem desmoronar, o presente se torna tão pesado a ponto de o futuro parecer inimaginável. ÍRIS é um convite para aterrar, acalmar o olhar, avivar o imaginário e abrir-se ao sonho. O sonho como prática, como guia, como oráculo, como meio para atentarmos a outros mundos, vestirmos outras peles, ouvirmos e falarmos com outras vozes. E, quem sabe, através do sonho possamos vislumbrar um futuro no qual transcenderemos modos de ser-agir dominantemente humanos e aprenderemos a coexistir com o silêncio, com o escuro e com a floresta. “CANÇÕES DAQUI, CONTOS DO MUNDO” – Cia Pão Doce, Mossoró/RN O infantil “Canções daqui, Contos do mundo”, conta a história de dois aviadores que colecionam histórias e aventuras, e acreditam que as palavras contadas e cantadas voam no vento e escolhem um coração para aquecer. A peça fala sobre pessoas que colecionam tampinhas de garrafa, lápis quebrado e histórias. Tudo isso através da contação musical e lúdica. É um espetáculo ideal para sonhadores de todas as idades.
Programação especial celebra hoje os 136 anos do Maior Cajueiro do Mundo

O Maior Cajueiro do Mundo, localizado em Pirangi do Norte, município de Parnamirim, celebra hoje seus 136 anos de história. Administrado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), o espaço preparou uma programação especial repleta de atividades educativas, culturais, gastronômicas e ambientais para o público visitante. A gestora do local, Iracy Wanderley, destacou a relevância do evento. “Comemorar os 136 anos do Cajueiro é celebrar um patrimônio natural e cultural do nosso estado. Este evento promove a integração da comunidade, valoriza nossa história e reforça a importância da preservação ambiental”, ressaltou. A programação começou pela manhã, às 8h, com a equipe do Cajueiro recepcionando os visitantes, seguida de uma apresentação teatral que explora a lenda de quem teria plantado o maior cajueiro do mundo. A abertura oficial contará com representantes do órgão ambiental, da comunidade local e da Prefeitura de Parnamirim. A entrada será gratuita. Entre as atrações, o público poderá participar de rodas de conversa, apresentações culturais, como o Pastoril e o Maculelê, além de shows musicais que transitam pela música popular brasileira e o rock nacional e internacional. A gastronomia também terá espaço especial, com uma exposição de pratos e bebidas regionais feitos à base de caju, promovendo a integração entre produtores locais e visitantes. Atividades ambientais também são destaque, como a distribuição de mudas pelo Projeto Arboriza e a Campanha RN + Limpo, que incentiva o descarte correto de resíduos eletroeletrônicos. Amanhã, dia 21 de dezembro, a comemoração continua com o Cajukê, uma divertida atividade de karaokê educativo, acompanhada de pipoca para os participantes. Cajueiro de Pirangi O Cajueiro de Pirangi fica localizado na praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim, e cobre uma área de aproximadamente 9.000m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. Segundo a tradição oral, o Cajueiro foi plantado em dezembro de 1888 por um pescador chamado Luiz Inácio de Oliveira, que morreu aos 93 anos sob a sombra da árvore. Há também quem acredite que o antigo proprietário do terreno, Sylvio Pedroza (ex-prefeito de Natal), é o responsável pelo plantio. Outra teoria é que a própria natureza se encarregou do nascimento do gigante. O crescimento desenfreado se deve às anomalias genéticas, as quais fazem com que os galhos cresçam para os lados e não para cima. Com o passar do tempo, o peso desses galhos se curvam e atinge o solo, ocorrendo assim um novo enraizamento, que estimula ainda mais a expansão do Cajueiro. Confira a programação: 20 de dezembro – Sexta-feira Manhã 8h: Recepção com a equipe do Maior Cajueiro do Mundo 8h10: Encenação teatral: “Quem plantou o Maior Cajueiro do Mundo? A teima entre Seu Luiz e a Cutia” 8h20: Abertura oficial com representantes do Idema, comunidade e Prefeitura de Parnamirim 9h: Música Popular Brasileira com Júlio César, artista local 9h: Cajuteca – Prosa sobre a história do Cajueiro com a equipe local e o Centro Infantil Dona Liquinha Alves 10h: Pastoril – Dança popular com o grupo Flor do Lírio 10h: Roda de conversa “Saberes e práticas sobre o Maior Cajueiro do Mundo” com a equipe do Cajueiro e a professora Wiara Gomes (EAJ-UFRN) 10h30: Parabéns ao Cajueiro, com música de Júlio César Tarde 14h: Cajuteca – Prosa sobre a história do Cajueiro 14h: Apresentação musical com a Banda D’Band 15h: Dança popular – Maculelê com o grupo Ileyê Outras Atividades: Distribuição de mudas pelo Projeto Arboriza Reciclagem de plásticos com o Projeto Precious Plastic Reciclamar (IFRN) Exposição gastronômica de produtos à base de caju Exposição e venda de artesanato local Campanha RN + Limpo – Destinação de resíduos eletroeletrônicos 21 de dezembro – Sábado Cajukê – Karaokê educativo com pipoca
Batuque de Mulheres do GAMI lança EP e Documentário “Amor, Resistência e Tambor”

O projeto sociocultural Batuque de Mulheres do GAMI lança, neste sábado (21) o EP e o Documentário “Amor, Resistência e Tambor”, um projeto audiovisual que conta a história do Batuque e das múltiplas mulheres que fazem a batucada acontecer na cidade do sol. Atuante na zona norte de Natal desde 2019, o Batuque de Mulheres tem ganhado espaço nas programações culturais da cidade, assim como em agendas de formação política. O projeto segue a proposta de musicalização de mulheres, sendo a maioria delas lésbicas, bissexuais, negras ou periféricas. Este público se justifica pela filosofia emancipatória do projeto. Com o Batuque de Mulheres, o Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes tem o objetivo de oportunizar o acesso ao estudo da música e desenvolver aptidões no campo da arte e cultura abrindo novas possibilidades de atuação como ser artístico e musical expressivo e expansivo podendo ser uma grande porta de entrada para essas mulheres se interessarem por atuarem como profissionais da música, mas sobretudo, o propósito maior do projeto é fortalecer as mulheres através da arte, promover o acesso à cultural local e criar uma rede segura entre as mulheres para o enfrentamento do machismo, da LGBTfobia, da violência contra a mulheres, e todas as opressões impostas pela sociedade capitalista e patriarcal. O Batuque de Mulheres vem construindo uma linda trajetória artística na cena musical local, já tendo lançado os singles “Mais Mulheres” (2022), um feat com Khrystal e participação de dezenas de mulheres, incluindo a cantora Daniela Fernandes, Rafaela Brito e alunas do projeto “Mais Mulheres na Cultura”, e “Saudade da Preta” (2023), uma colaboração entre Batuque de Mulheres, Rafaela Brito e a rapper Pretta Soul. Neste ano, com o EP “Amor, resistência e tambor”, o grupo reafirma a potência dos agrupamentos feministas, a partir de letras escritas pelas alunas do projeto sobre suas vivências enquanto batuqueiras e denunciando opressões. A estética sonora das faixas, foi inspirada nos jograis e nas palavras de ordem criadas e entoadas em atos públicos e tem a produção musical assinada por Camila Pedrassoli, e foi gravado e editado nas aulas de composição musical do projeto em parceria com Vitória de Santi, no GAMI e finalizado nos estúdios da Pólen Aceleradora. O processo teve a colaboração das professoras e equipe do projeto Vanuzia Damasceno, Luana Simplício, Vitória de Santi, Rafaela Brito, Luciara de Freitas, Karina Oliveira, Renata Graças, Cristina Diógenes, Michelle Galvão, Goretti Gomes, Marlene Silva e Tatiana Águida. Durante esta etapa do projeto, foram escritos nas aulas de composição musical do projeto mais de 20 gritos de desordem — como o grupo prefere se referir às palavras de ordem — criando um acervo que deverá, em breve, se tornar um cancioneiro feminista. Dentre essas dezenas de canções, 4 foram selecionadas através de votação entre as alunas para compor o EP. Letras escritas pelas alunas Candice Azevedo, Lydianne Ribeiro, Larissa Carvalho, Vânia Pascoal e gravadas — vozes e percussão — por todo o grupo. “Compor um dos Gritos de Desordem do Batuque foi, pra mim, motivo de satisfação e alegria! A minha fala vem com a intenção de dizer que somos coletivo e existimos no plural, apesar de nossas singularidades. Dentro do que nos difere, que pode ser nossa cor, posição social, orientação sexual, há algo que nos une, que é o nosso gênero. E na nossa sociedade capitalista e patriarcal, sabemos qual lugar o gênero feminino, sejam mulheres cis ou trans, ocupam. Sofremos diariamente diversos tipos de violência e eu não acredito em nenhum caminho possível, que não passe pela luta e enfrentamento coletivo. Nesse sentido, a arte é uma forte aliada, pois ela nos ajuda a gritar para os quatro cantos do mundo as nossas dores e nossos protestos, mas também pode evidenciar nossa força e união” (Vânia Pascoal, aluna do Batuque de Mulheres). “Se a violência impera, nos quer paralisadas, saímos pelas ruas pra fazer a batucada”. “Ao escrever o grito coloquei a potência de ser mulher e batuqueira pra fora, fico muito feliz que as minhas palavras tenham feito sentido para as minhas amigas de batuque que escolheram como um dos gritos de desordem para lançar em 2024. É emocionante saber que algo escrito por mim vai ecoar com a força e voz de outras mulheres como os gritos de desordem do Batuque de Mulheres” (Larissa Carvalho, aluna do Batuque de Mulheres). “O trabalho de composição me fez concretizar politicamente o meu desejo enquanto batuqueira que entende a arte como ferramenta para a mudança da sociedade. Fico muito feliz de ter entoado palavras que representam vozes de muitas mulheres que, como eu, tentam ser resistência às violências que nos acometem. Sou feliz por esse lugar que tenho ocupado junto de minhas companheiras de luta. Sigamos! Todas em busca dessa voz cada vez mais coletiva e forte!” (Candice Azevedo, aluna do Batuque de Mulheres).Além do EP, o Batuque de Mulheres estreia também o documentário “Amor, Resistência e Tambor”, que narra a trajetória do projeto desde a sua criação até hoje. Com direção de Camila Pedrassoli, Larinha Dantas e Rafaela Brito, montagem e finalização de Marília Clara Albuquerque o documentário conta com uma equipe 100% feminina e trará imagens captadas por Luana Simplício, Talinne Freitas, Larinha Dantas, Mylena Sousa, Vitória de Santi, Michelle Galvão, Claudia Mariana, Juliana Furtado, Thamise Cerqueira e registros pessoais das alunas e integrantes do projeto. O filme é narrado pela professora e coordenadora geral do projeto Rafaela Brito que está desde o surgimento do Batuque mostrando momentos e relatos marcantes do início do GAMI e de como foram feitas as conexões para o surgimento do Batuque de Mulheres, as primeiras alunas, as primeiras apresentações, os primeiros instrumentos, o desenvolvimento da identidade visual e estética do grupo, depoimentos da equipe técnica do projeto, os grandes convites culturais e políticos e parcerias com diversos grupos e movimentos sociais que o Batuque de Mulheres participou durante esses anos de atuação, registros das aulas, das aulas-show, da chegada dos instrumentos do batuque sustentável, das rodas de autocuidado e formação política, das gravações, das participações
Fim de semana animado com o ‘Natal em Natal’; Bell Marques, Dorgival Dantas e João Gomes são algumas das atrações

A contagem regressiva para as festas de fim de ano já começou e o próximo fim de semana promete muita diversão na capital potiguar! A programação do Natal em Natal 2024, promovida pela Prefeitura do Natal, traz grandes nomes da música e atrações especiais para quem quer curtir a cidade entre os dias 20 e 22 de dezembro. Na sexta-feira, dia 20 de dezembro, a Praça Cívica se transforma em palco para shows imperdíveis de Banda Detroit, Giannini Alencar e o consagrado Bell Marques, garantindo muito ritmo e animação para abrir o fim de semana em grande estilo. No sábado, dia 21, a programação segue na mesma energia com apresentações de Sesi BIGBAND & Bia Gurgel, Igor Sanfoneiro e Dorgival Dantas, que promete um show emocionante com muito forró e tradição nordestina. Já no domingo, dia 22, é a vez de Marina Elali, Serginho Pimenta e João Gomes subirem ao palco, encerrando o fim de semana com chave de ouro e muita música para todos os gostos. A cidade de Natal já respira cultura e diversão, e o Natal em Natal é uma das maiores celebrações do ano, reunindo famílias e amigos em uma programação repleta de atrações locais e nacionais. Os shows acontecerão na Praça Cívica. Prepare-se para celebrar e marcar presença nesse evento que promete movimentar a cidade. Mais informações sobre a programação completa do Natal em Natal 2024 estão disponíveis no site oficial natalemnatal2024.com.br.
Espetáculo “Um Presente de Natal” têm apresentações gratuitas nesta sexta e sábado, no Anfiteatro da UFRN

Nesta sexta e sábado, dias 20 e 21 de dezembro, o Anfiteatro da UFRN será palco do auto natalino “Um Presente de Natal”. As apresentações têm entrada gratuita e acontecem sempre às 20h. A curta temporada do espetáculo terá ainda uma apresentação especial na Arena das Dunas, no dia 25 de dezembro, como parte da programação de aniversário de Natal. O espetáculo conta com intérprete de libras no dia 21/12 e um espaço reservado para Pessoas com Deficiência (PCD) em todas as sessões. Quase 100 pessoas compõem o elenco, incluindo bailarinos, atores, cantores e crianças, que, desde novembro, seguem em ritmo intenso de ensaios. Este ano, o espetáculo narra o nascimento de Jesus Cristo por meio de reflexões sobre o impacto da tecnologia nas relações sociais. “Queremos abordar o uso excessivo de telas e tecnologias digitais, que muitas vezes nos afastam do convívio social e familiar. Desde o início, trazemos temas contemporâneos para o nosso auto natalino, e nesta edição, que celebra 27 anos de história, não poderia ser diferente”, explica Diana Fontes, idealizadora e diretora do espetáculo. A equipe criativa conta ainda com Danilo Guanais, responsável pelo texto e pela música. “Nesta edição, optamos por remontar o texto de 2013, ‘Nosso Quintal’. Seguimos narrando a clássica história do nascimento de Jesus de forma inusitada e diferente, apostando em uma nova roupagem, mas mantendo os momentos mágicos de sempre”, destaca Danilo. Um dos destaques da encenação é o uso de imagens e projeções mapeadas, assinadas por Will Amaral, que criam uma atmosfera única. Nos bastidores, o espetáculo conta também com Manuelle Flor (assistente de direção), Marcos Leonardo (figurino do elenco principal), Júnior Medeiros (elementos cênicos e figurino do coro), Vinicius Fortunato (iluminação) e Paulo Milton (sonorização e engenharia de som). Em 2024, o espetáculo é patrocinado pelo Governo do RN, por meio da Lei Câmara Cascudo, Prefeitura do Natal, Natal em Natal, Dore e Unimed Natal. Conta também com a parceria cultural da Secretaria Municipal de Cultura de Natal, Fecomércio RN, Arara Azul, Rio Center, Júlia Arruda e Funcern. A realização é da Diana Fontes Direção e Produção Cultural.
Governo do RN abre seleção de 100 vagas para a 30ª Fiart 2025

O Governo do Estado abriu inscrições para 100 vagas destinadas a artesãos e entidades do segmento que queiram participar da seleção para a 30ª Fiart – Feira Internacional do Artesanato do RN. A seleção será realizada pela SETHAS por meio do Proarte – Programa Estadual do Artesanato do RN e as inscrições se estendem até o próximo dia 21 de dezembro. O edital de seleção está disponível no site da SETHAS www.sethas.rn.gov.br, menu Legislação, aba Editais. As 100 vagas disponíveis estão distribuídas: 74 para artesãos individuais, 08 para entidades representativas, associações, cooperativas do artesanato, Empreendimentos da Economia Solidária e a Casa do Artesão do Seridó, além de 15 destinadas a culinaristas, e 03 para produtores de saboaria e essências. A 30ª FIART 2025 tem como tema “O Futuro e o Passado se Encontram na Arte de Criar” e será realizada de 24 de janeiro a 02 de fevereiro no Centro de Convenções de Natal, na Via Costeira. Artesanato O Governo do Estado, em 2024, através da SETHAS/PROARTE, investiu R$ 462.343,07 para que artesãos do Rio Grande do Norte participassem de 17 eventos do artesanato e do turismo como feiras, salões, seminários, exposições e congressos. Essa participação se deu por editais de seleção e convites. Este incentivo rendeu em comercialização para os artesãos, o valor de R$ 1.040.206,16. Entre 2019 e 2024, o número de artesãos ativos cresceu mais de 79% no Rio Grande do Norte, de acordo com dados do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). Em 2019, havia 6.671 artesãos inscritos no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB) do PAB. Cinco anos depois, no período da gestão Fátima Bezerra, até o dia 04 de dezembro 2024, já eram 11.945, um crescimento de 79%.