Retrospectiva iFood 2025: brasileiros poderão conhecer o que mais consumiram no app

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, lança nesta terça-feira (02) a Retrospectiva iFood 2025 para seus 60 milhões de usuários, revelando os pratos, restaurantes e demais itens que mais consumiram durante o ano. Com o tema “O melhor do iFood é o brasileiro. E ser brasileiro”, a seleção individual, revela o singular modo de consumir delivery que o povo brasileiro possui, trazendo curiosidades apresentadas em 15 stories, com a oportunidade de compartilhar nas redes sociais. A retrospectiva estará disponível até 31 de dezembro. Com 60 milhões de usuários e 160 milhões de pedidos mensais, o iFood celebra o jeito brasileiro de pedir iFood e busca criar conexão e engajamento com seu público, personalizando a experiência de cada usuário de acordo com seu histórico de pedidos – seja em restaurantes, mercados, farmácias ou pet shops. Pelo aplicativo, cada pessoa poderá obter informações como o tempo que passou no iFood, total de pedidos, o primeiro pedido do ano, qual foi o prato mais pedido, além de exibir os tipos de refeição e de restaurantes que mais foram escolhidos para estarem em momentos especiais de apreciação de comida boa em 2025. A seleção ainda exibirá a categoria mais consumida depois de Restaurantes – se Mercado, Farmácia, Pet ou Shopping. “A retrospectiva do iFood é um momento muito aguardado pelos nossos consumidores e representa uma verdadeira celebração do relacionamento entre nossa marca e os milhões de brasileiros que escolhem o iFood como seu delivery preferido em todos os momentos — seja para pedir aquela refeição especial de sábado à noite, fazer compras no supermercado ou pedir um item na farmácia. Como empresa brasileira, temos orgulho do nosso papel de impacto positivo no país. Em 2025, escolhemos a brasilidade como tema central da nossa Retrospectiva, celebrando uma verdade que nos define: do Brasil, o iFood entende — e sabemos como ninguém o jeito brasileiro de pedir delivery”, afirma Ana Gabriela Lopes, Vice-presidente de Marketing e Comunicação do iFood.  Novidades na edição deste ano A versão da Retrospectiva iFood em 2025 vem com novidades. Além do foco total no histórico individual, o iFood traz recursos inéditos que exibem os diferentes jeitos de pedir delivery com base no dia da semana e no turno favorito do usuário — seja café da manhã, almoço, lanche, jantar ou madrugada. Cada cliente terá acesso a uma tela exclusiva simulando ‘panos de prato’, com estampas que trazem justificativas divertidas para se dar o ‘luxo’ de pedir um iFood naquele momento.  As artes são protagonizadas por ícones carismáticos, como a capivara e o cachorro vira-lata caramelo, acompanhados de frases que geram identificação imediata, como ‘Meu hobby é fingir que vou cozinhar’ ou ‘Jantar de adulto: leve, rápido e sem drama’.  O Clube iFood, programa de benefícios exclusivos da plataforma, também está contemplado na retrospectiva: cada assinante poderá saber o quanto economizou no ano e também entender sua posição no ranking dos que mais ganharam descontos pelo clube de assinatura.  O mais pedidos de 2025 O iFood também analisou quais foram as categorias dos itens que o brasileiro mais colocou no prato (ou na sacola) este ano e a preferência pela conveniência é inegável: a categoria de Lanches liderou o ranking com folga, acumulando 253 milhões de pedidos – um volume que supera, sozinho, a soma do segundo e terceiro lugares. No entanto, a tradição se mantém forte: a culinária Brasileira garantiu a vice-liderança com quase 118 milhões de escolhas, seguida pela paixão nacional pela Pizza (92 milhões). O ano também consolidou as tradicionais Marmitas (52 milhões) e da comida Japonesa (50 milhões).  A análise dos horários confirma que o jantar é o ‘horário nobre’ do delivery no Brasil. Com um volume massivo de 487.7 milhões de pedidos, as refeições noturnas quase dobram o desempenho do almoço, que registrou 278 milhões de entregas – um dado que reforça o aplicativo tanto como solução para o fim do dia quanto para a otimização do tempo durante o expediente. O intervalo da tarde também se mostrou um momento chave de consumo, com o Lanche da Tarde somando 71.7 milhões de pedidos. Curiosamente, as extremidades do dia mostram um equilíbrio interessante: o Café da Manhã (23,5 milhões) supera ligeiramente a Madrugada (22,3 milhões), provando que a conveniência é requisitada do primeiro café ao último snack da noite.  Como acessar? Para cada pessoa acessar a sua Retrospectiva iFood 2025, basta: Ao iniciar a experiência, arrastar para o lado e se divertir com os resultados. Cada lista poderá ser compartilhada pelas redes sociais.  Além dos consumidores, os restaurantes parceiros e entregadores também terão acesso às suas respectivas Retrospectivas iFood 2025, dentro dos app dedicados. As retrospectivas podem ser acessadas no app do parceiro a partir do dia 3/12 pelos restaurantes e no dia 10/12 no app dos entregadores. Sobre o iFood O iFood, empresa brasileira de tecnologia com 14 anos de história, é hoje a plataforma líder e referência no setor de delivery na América Latina. Conectando estabelecimentos, consumidores e entregadores em um único ecossistema, o iFood oferece soluções práticas que vão além da entrega de refeições, atendendo diferentes necessidades e promovendo transformação social por meio da educação e da tecnologia. A tecnologia, inovação e a sua cultura são os principais ativos da empresa, que movimenta mensalmente 160 milhões de pedidos feitos por mais de 60 milhões de clientes, sustentando um ecossistema que conta com 450 mil entregadores conectados e 460 mil estabelecimentos parceiros em cerca de 1.500 cidades brasileiras. Além de impulsionar avanços e conveniência em áreas como mercados, farmácias, fintech e benefícios, o iFood impacta a economia, com o “Efeito iFood” e é responsável pela geração de mais de 1 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos, além de impulsionar o PIB brasileiro em 0,64%.  Para saber mais sobre o iFood, visite: www.institucional.ifood.com.br

Comédia “Agora É Que São Elas!” chega a Natal com Júlia Rabello, Maria Clara e Priscila

Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco desembarcam em Natal com o espetáculo “Agora É Que São Elas!”. No dia 13 de março, as atrizes se transformam em vinte personagens no palco do Teatro Riachuelo Natal. Elas encenam homens e mulheres como protagonistas de nove esquetes escritos por Fábio Porchat. Para montar Agora É que São Elas! Porchat misturou textos recém-criados e outros que, apesar de escritos em 2004 e 2005, revelam conexão com a década de 2020. “É um humor de identificação, há pessoas que se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente passa, um comentário que eu achei divertido”, conta o diretor. Na época, Porchat era estudante da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no Rio, e chegou a encenar alguns esquetes ao lado do saudoso colega Paulo Gustavo. “Foi muito lindo revisitar esses textos escritos há 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil, os costumes e as pessoas que estão à nossa volta”, diz. Entre as nove histórias, “Superstição” destaca o reencontro de duas amigas, interpretadas no palco por Maria Clara e Júlia, que não se viam há anos. Uma delas acredita cegamente em todas as superstições, enquanto a outra é puro ceticismo. Já Priscila e Maria Clara contracenam em “Selfie”, sobre um fã que aborda uma famosa atriz em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma fotografia, começa a listar defeitos na artista que supostamente admira. O esquete mais recente, intitulado ‘Meu bebê’, apresenta um casal, interpretado por Júlia e Priscila, comparando seu filho de 8 meses com os filhos de outras amigas. Morrendo de medo que o próprio filho não seja o mais inteligente de todos. Diferentes gerações da comédia se encontram no palco São três ótimas atrizes de gerações distintas que despontaram para o público em veículos diferentes. A carioca Maria Clara Gueiros é bailarina, estreou no teatro com o espetáculo Na Cola do Sapateado (1987), e ganhou popularidade na televisão com o humorístico Zorra Total, entre 2004 e 2007. Também do Rio, Júlia Rabello estourou na internet como destaque do time do Porta dos Fundos e participou das novelas A Regra do Jogo (2015) e Rock Story (2016). A paulistana Priscila Castello Branco por sua vez, fez drama no teatro em Cenas de uma Execução (2016) e participou nas novelas Deus Salve o Rei (2018) e Salve-se Quem Puder (2020). O seu território, porém, é o stand-up e faz sucesso há dois anos com o solo Tô Quase Lá. A primeira temporada da peça conquistou o público. O espetáculo estreou com casa cheia em março de 2024 no Festival de Curitiba e lotou por quatro meses o Teatro dos Quatro, inclusive com sessão extra em todos os sábados, e passou por uma curta temporada com ingressos esgotados em Niterói. Para Porchat, o sucesso da montagem vem do trabalho em equipe. “A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes no palco, elas dominam e têm consciência do potencial delas. Um texto de comédia só funciona sendo feito por comediantes que acreditam nele e que sabem pegar esse texto e ir além. Essas mulheres melhoram o meu texto e as piadas, e eu acho isso incrível”, diz. A história de Júlia Rabello com a peça começou também há 20 anos. Ela conta que, na época, Porchat a convidou para produzir “Infraturas”, peça que deu origem a “Agora é que são elas!”. “Quando ele me fez o convite, eu disse: que loucura, Fabio, anos atrás você me chamou para produzir a peça, agora você é o idealizador, diretor e produtor e me convida para atuar. Que interessantes as voltas que a vida dá. Eu tive o privilégio de ser uma das primeiras pessoas a ouvir a leitura há 20 anos. Agora é uma responsabilidade fazer como atriz”, conta. Rapidez e velocidade são os pontos-chave para o humor funcionar, diz Rabello. “Colocamos toda a nossa energia em estar com esse timing muito afiado”. Para ela, é esse elemento que torna a montagem tão contemporânea e fácil de gerar identificação. Para Maria Clara Gueiros, os textos “engraçadíssimos” são o maior ingrediente para a história de sucesso. “Eles vão ficando mais engraçados à medida que a gente vai se apropriando deles. O texto já está tão bem escrito, que eu só preciso mudar a musicalidade da minha interpretação. Dar vida a tantos personagens não foi um desafio”, diz. Gueiros conta que as colegas de cena também se tornaram “amigas pra vida” e se impulsionam na hora da improvisação. “Nós três somos muito criativas, então vamos criando. Quando uma faz isso, as outras duas já entendem e surfam na mesma onda. Nós criamos as interações no frescor da peça”, ela diz. Para Priscila, o desafio da peça é justamente não usar artifícios para a mudança de personagens. “Não temos um figurino de caracterização e nenhuma mudança de personagem! A virada é em cena! E ali mesmo nasce o outro. Acredito que a improvisação vem com a reação da plateia. Descobrimos muitas coisas no palco. Às vezes a reação da plateia nos leva a uma improvisação que podemos usar em outras apresentações! O teatro é vivo e é uma delícia viver isso com minhas companheiras”, conta. Esquetes são peças curtas que contam histórias em torno de uma situação específica com começo, meio e fim. O gênero, que fez sucesso nas décadas de 1980 e 1990, é caracterizado por diálogos rápidos e afiados que exigem versatilidade de seus intérpretes. Agora é Que São Elas! se destaca pelo humor autêntico, com espaço para improvisação, aproximando o público de cada cena. E, como uma das linguagens mais dinâmicas do teatro, cada esquete pode ser interpretado de maneira diferente a cada apresentação, oferecendo à plateia a sensação de estar assistindo a um espetáculo exclusivo a cada vez. SOBRE A OPUS ENTRETENIMENTO Celebrando 49 anos de

Cineclube Casa da Ribeira encerra 2025 com a “Mostra + Inclusão no Cinema”

O ano chega ao fim, e com ele a última sessão do Cineclube Casa da Ribeira em 2025. Após uma temporada que, de setembro a dezembro, celebrou a diversidade do audiovisual brasileiro, o projeto dedica sua última edição à inclusão, tema central da “Mostra + Inclusão no Cinema”, que acontece no dia 19 de dezembro, às 19h, com entrada totalmente gratuita, na Casa da Ribeira. Criado para ampliar o diálogo entre público, artistas e realizadores, o Cineclube reafirma seu compromisso com a democratização da arte ao exibir, nesta mostra, quatro curtas-metragens com audiodescrição e interpretação em Libras. “Cada edição do projeto tem sido um espaço de escuta e reflexão sobre negritude, povos originários e diferentes formas de existência, sempre acompanhada por conversas com profissionais do audiovisual e da cena cultural do Rio Grande do Norte”, explica Alessandra Augusta, presidente da Casa da Ribeira. A iniciativa é realizada pelo Edital de Apoio e Subsídio para Manutenção de Espaços Culturais 21/2024 – PNAB/RN, fortalecendo a missão da Casa da Ribeira de manter a cultura viva, acessível e pulsante. Nesta última sessão do ano, a produção contemporânea ganha destaque ao reunir filmes do Rio Grande do Norte e de São Paulo que, por meio de linguagens diversas, abordam temas como acessibilidade, identidade, ancestralidade e a potência transformadora da arte. São obras que ampliam o olhar e convidam o público a experienciar o cinema como espaço de encontro, memória e afeto. Filmes em exibição: ESTOU ADAPTADO À UMA CIDADE NÃO ADAPTÁVELDir. Raquel Cardozo • 2025 • RN • 12’34’’ • Classificação: LivreO curta-documental apresenta a trajetória de Beto Morais, fundador da Companhia Gira Dança, em Natal. Entre lembranças, desafios e descobertas, Beto revela como a arte sustenta a sua existência e provoca uma reflexão urgente sobre a construção de cidades verdadeiramente acessíveis. NUNCA ME VIRAM GRITARDir. Luccas Araújo e Danilo Teixeira • 2025 • SP • 16’00’’ • Classificação: LivreApós perder um amigo, Cândido — um homem surdo e descontente com a vida — é levado à terapia para manter o emprego. A relação inesperada com Gil, tradutor oralizado de Libras, desperta nele um profundo desejo de mudança. O filme navega por temas como comunicação, escuta e transformação emocional. BÍPEDEDir. Alexandre Américo e Pedro Vitor • 2025 • RN • 08’49’’ • Classificação: 12 anosInspirado em danças tradicionais nordestinas, o curta cria uma metáfora sensível sobre vida, morte e resistência. Corpos que atravessam temporalidades evocam ancestralidades e revelam a arte como ferramenta de luta e memória diante das marcas do colonialismo. O CINEMA É UM SONHODir. Ernani Silveira • 2025 • RN • 30’00’’ • Classificação: LivreTiago, jovem cego, e Gabriel, jovem autista, embarcam na realização de um documentário participativo dentro do cinema independente. Em suas vivências e descobertas, o curta destaca o cinema como ambiente de acolhimento, criação compartilhada e verdadeira inclusão. SERVIÇO — Mostra + Inclusão no Cinema Data: Sexta-feira, 19 de dezembroHorário: 19hLocal: Casa da Ribeira — Natal/RNEntrada gratuita — Ingressos distribuídos a partir de 1h antes da sessão