Natal Experience 2026 confirma line-up de peso e entrada solidária na Prainha da Via Costeira

O verão potiguar ganha mais um grande destaque no calendário cultural com a realização do Natal Experience 2026, marcado para o dia 06 de fevereiro, na Prainha da Via Costeira, em Natal. O evento será 100% gratuito, com entrada válida mediante a doação de 2kg de alimentos não perecíveis, entregues na entrada do evento. Entre as atrações confirmadas estão Blazy, Illusionize, OCER e Pandora, nomes que se destacam no cenário da música eletrônica nacional e chegam para transformar a praia em uma grande pista a céu aberto, com sets marcados por identidade, energia e forte conexão com o público. Com proposta de democratizar o acesso à cultura e promover uma experiência completa, o Natal Experience 2026 une música, paisagem natural e impacto social, reforçando o caráter solidário do evento por meio da arrecadação de alimentos, que serão destinados a instituições sociais. O evento é realizado por meio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, com incentivo da Lei Câmara Cascudo, fortalecendo o compromisso com o fomento à cultura, ao turismo e à economia criativa no Rio Grande do Norte. Os ingressos gratuitos já estão disponíveis e podem ser retirados no link oficial outgo.com.br/natal-experience26. A organização reforça que os lotes são limitados e orienta o público a garantir o ingresso com antecedência e levar os alimentos no dia do evento. Serviço Evento: Natal Experience 2026Data: 06 de fevereiro de 2026Local: Prainha da Via Costeira – Natal/RNEntrada: Gratuita, mediante doação de 2kg de alimentos não perecíveisIngressos: Disponíveis na Outgo
Inscrições para cursos gratuitos do Conectando Mulheres – Senac Code seguem até 10 de janeiro

As inscrições para as 260 vagas em cursos gratuitos do projeto Conectando Mulheres – Senac Code estão abertas até o dia 10 de janeiro. O projeto visa promover autonomia econômica, inclusão e transformação social, utilizando a educação profissional para fortalecer o protagonismo feminino no mercado de trabalho. Aulas terão início no dia 19 de janeiro e serão ofertadas nas unidades do Senac na Cidade Alta e Zona Norte. As mulheres serão capacitadas dentro de uma trilha formativa estruturada. Inicialmente, será aplicado o curso de Desenvolvimento Profissional, voltado à preparação básica para o ingresso na área de tecnologia. Essa etapa contempla os conteúdos de Português, Matemática, Relações de Trabalho, Carreira e Mercado, além de Letramento Digital Básico. Após essa fase, as alunas seguem para os cursos específicos, conforme o perfil e o interesse. Serão ofertadas as capacitações de Operadora de Computador e Programadora de Sistemas, com duração de aproximadamente seis meses. As participantes poderão contar com benefícios como alimentação e transporte gratuitos, além de apoio ao cuidado infantil, para que possam participar dos cursos de forma plena. O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca a missão do Senac RN como oportunidade para inserção das mulheres no mercado de trabalho. “Ao investir na formação de mulheres na área da tecnologia, o Conectando Mulheres – Senac Code contribui diretamente para o fortalecimento da presença feminina em um setor estratégico e em constante crescimento”, destaca. Empregabilidade As alunas também terão formação específica com aulas sobre carreira, construção de currículo e competências para o mercado de trabalho. Além disso, todas terão auxílio do Programa Senac Carreiras para oportunidades de empregabilidade. Inscrições podem ser feitas no site www.rn.senac.br. Serviço Inscrições – Projeto Conectando Mulheres – Senac Code O que é: Capacitação gratuita na área de T.I Vagas: 260 Público alvo: Mulheres, entre 16 e 35 anos, residentes em Natal/RN Inscrições: até 10 de janeiro Informações/inscrições: www.rn.senac.br
Lei de Francisco do PT combate racismo e discriminação

Uma nova legislação, de autoria do deputado Francisco do PT, foi recém sancionada pelo Governo do RN no último mês de dezembro. Trata-se da Lei nº 12.605, que estabelece a obrigatoriedade da afixação de cartazes em órgãos públicos e privados do estado, alertando que racismo, injúria racial e discriminação são crimes passíveis de punição. A medida, que visa ampliar a conscientização e o combate a condutas discriminatórias, abrange uma vasta gama de estabelecimentos. Entre os locais que deverão exibir os cartazes estão hotéis, motéis, restaurantes, bares, casas noturnas, clubes sociais, agências de viagens, postos de serviços, prédios comerciais, órgãos públicos estaduais, escolas, universidades, hospitais e delegacias de polícia, além de outros espaços de intensa movimentação de pessoas. Conforme a nova lei, os cartazes devem ser afixados em locais de fácil acesso e com leitura nítida, garantindo aos usuários a plena compreensão de seu significado. A iniciativa assegura a publicidade da Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, reforçando o arcabouço legal contra a discriminação racial no estado. O não cumprimento da Lei nº 12.605 acarretará multas aos infratores. O valor inicial estabelecido é de R$ 1.000,00 por infração, dobrando para R$ 2.000,00 em caso de reincidência. Os recursos arrecadados serão revertidos para órgãos de promoção da igualdade racial. “A sanção desta lei representa um avanço significativo para o Rio Grande do Norte na luta contra o racismo e na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária, alinhando a legislação estadual a princípios fundamentais de respeito e dignidade”, justifica Francisco do PT.
Sesc Parada na Ladeira traz o axé de Saulo Fernandes como atração de 2026

O Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), entidade do Sistema Fecomércio, anunciou o cantor baiano Saulo Fernandes como atração nacional do Sesc Parada na Ladeira 2026. Esta será a 3ª edição do projeto, considerada maior prévia carnavalesca gratuita de Natal, programada para o dia 22 de janeiro, a partir das 17 horas, unindo o axé com o tradicional carnaval de rua. O evento começa com os blocos percorrendo as ruas da Cidade Alta, com grande show no palco próximo ao Sesc Rio Branco, prometendo atrair um grande público para celebrar o clima carnavalesco no coração da cidade. A programação é totalmente gratuita e aberta ao público. O Parada na Ladeira é uma iniciativa do Sistema Fecomércio, por meio do Sesc RN, que tem como objetivo fortalecer o comércio, levando ações ao Centro de Natal, valorizando o carnaval de rua com uma programação acessível à população e fixar o projeto no calendário cultural e turístico da cidade. Além do show principal, o evento contará com um bloco de rua formado por grupos locais, como Frevo do Xico, Escola de Samba Balanço do Morro e um grande encontro de bonecos gigantes. O percurso do bloco terá cerca de 1 km, com saída da Praça do Estudante (em frente ao Sesc Cidade Alta), passando pela Praça 7 de Setembro, Praça André de Albuquerque, Igreja do Galo e Rua Heitor Carrilho, chegando à Avenida Rio Branco, onde acontecem os shows da Orquestra do Papão e de Saulo Fernandes no palco. Entre as novidades desta edição, o Parada na Ladeira 2026 também se destaca por seu caráter solidário e sustentável. O evento contará com operação de bar terceirizada, com credenciamento de ambulantes, e 50% do valor arrecadado com a venda de bebidas será revertido em cestas básicas, que serão entregues ao Sesc Mesa Brasil após o evento. Paradinha Kids Entre as novidades do evento para este ano, que vão além do dia 22 de janeiro no centro da cidade, está o Paradinha Kids, que acontece dia 25 de janeiro (domingo) no Sesc Zona Norte. A programação é destinada ao público infantil e familiar, e contará com atrações lúdicas, musicais e de recreação, promovendo um ambiente de convivência, cultura e lazer para as crianças e seus responsáveis. O evento também terá um caráter social. Serão disponibilizados 1.000 abadás kids em tamanho único, que poderão ser adquiridos mediante a doação de 2kg de alimentos não perecíveis. Os alimentos serão destinados a instituições cadastradas no projeto Sesc Mesa Brasil. Serviço: O que: Sesc Parada na Ladeira traz o axé de Saulo Fernandes como atração de 2026 Quando: Onde:
Como criar o hábito da leitura em 2026 e fazer dos livros parte da sua rotina

Ano novo costuma vir acompanhado de novas metas. E ler mais livros está entre as resoluções mais frequentes. Mas, na prática, esse desejo ainda esbarra em um cenário desafiador no Brasil. De acordo com a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pela Câmara Brasileira do Livro, 53% dos brasileiros não leram nenhum livro nos 12 meses de 2024. O dado representa uma redução de aproximadamente 6,7 milhões de leitores em relação à edição anterior, de 2019. A principal justificativa? A falta de tempo em uma rotina cada vez mais acelerada. Segundo levantamento do Instituto Locomotiva, 65% da população afirma não ter tempo livre durante a semana. Entre aqueles que têm algum momento de ócio, a maioria o dedica às redes sociais (79%), enquanto apenas 15% escolhem a leitura. Em meio ao consumo rápido de informações e estímulos digitais constantes, a leitura se consolida como um convite à pausa. Ler é uma forma de desacelerar, aprofundar reflexões e reconectar-se consigo mesmo. Além do ganho cultural, o hábito contribui para a memória, estimula funções cognitivas, amplia a criatividade e pode trazer benefícios importantes para a saúde mental. Por isso, incentivar a leitura é fomentar um hábito cultural e promover qualidade de vida. Como criar (ou retomar) o hábito de leitura em 2026Se a sua meta é ler mais no próximo ano, algumas escolhas fazem toda a diferença: Leitura que gera impacto A Literare Books International acredita no poder dos livros para transformar pessoas, carreiras e organizações. Seu catálogo reúne obras que dialogam com os desafios atuais, combinando curadoria, conteúdo relevante e autores que inspiram mudanças reais. Se 2026 é o ano para fortalecer seu vínculo com a leitura, vale colocar no radar os lançamentos da Literare Books, pensados para quem busca conhecimento, reflexão e crescimento pessoal e profissional. Acesse o site da Literare Books e confira os livros lançamentos de 2026. Talvez a sua próxima grande leitura (e um novo hábito) comece agora.
Big Bob completa 50 anos e prova a força dos clássicos no fast food brasileiro

Em um mercado de fast food cada vez mais pressionado por inovação rápida, sazonalidade agressiva e ciclos de consumo encurtados, o Bob’s aposta em um ativo raro: um produto que atravessou cinco décadas sem perder relevância. O Big Bob, lançado em 1975, chega aos 50 anos como um dos casos mais consistentes de longevidade no varejo alimentar e, segundo a rede, segue entre os líderes de venda. O Big Bob também representa um caso relevante sobre como marcas tradicionais podem evoluir sem romper com sua identidade. O produto manteve sua receita base, seu posicionamento e seu reconhecimento de sabor, ao mesmo tempo em que acompanhou avanços de operação, comunicação, digitalização e comportamento de consumo. Essa combinação equilibrada de consistência e inovação ajudou a sustentar sua relevância e preferência. Ao longo de sua trajetória, o Big Bob se tornou parte da rotina e da memória afetiva do consumidor brasileiro. Em 50 anos, conquistou diferentes gerações e segue desempenhando um papel central no portfólio da marca, mantendo-se entre os produtos mais pedidos nas lojas. Para celebrar este marco, a rede lança a campanha nacional “Big Bob. Vem sentir esses 50 anos de sabor”. Os restaurantes já começaram a receber as ativações no dia 3 de dezembro, e o filme no digital entra em cena no dia 12, ampliando a força da narrativa. A estratégia reforça o legado do clássico e amplia sua presença com duas novidades: o Mega Big Bob, versão reforçada do ícone e a Batata Shaker Big Bob, com tempero exclusivo inspirado no sabor original do sanduíche. Mega Big Bob: versão ainda mais robusta do ícone, com dois hambúrgueres bovinos de 117 g, queijo processado sabor prato, alface e cebola fresquinhos, o inconfundível molho Big Bob original e pão com gergelim. Batata Shaker Big Bob: batata sequinha e crocante servida com tempero exclusivo sabor Big Bob. O consumidor coloca no saquinho, agita e vive um jeito novo e divertido de consumir. O trio reafirma o papel do Big Bob como pilar estratégico da marca, um produto que evolui, mas preserva sua essência. Um clássico que faz parte da vida do brasileiroDesde sua criação, o Big Bob acompanhou mudanças culturais, hábitos de consumo e diferentes gerações que descobriram (e redescobriram) o sabor do sanduíche. Em muitas famílias, ele é lembrado como o “primeiro Bob’s”, o lanche de encontros especiais, o pedido certeiro em viagens ou o clássico de fim de semana. Essa memória afetiva inspira o conceito da campanha. No digital, o Bob’s trará pessoas em diferentes momentos da relação com o sanduíche, quem prova pela primeira vez, quem está na “centésima primeira” ou quem está voltando a comer depois de anos. As pílulas de conteúdo destacarão as reações antes e depois da primeira mordida, valorizando a autenticidade dessa conexão. A estratégia inclui mídia online, OOH, influenciadores e uma ampla produção de conteúdo social, reforçando presença e narrativa em múltiplos canais. “Celebrar meio século do Big Bob é celebrar uma parte da história do Bob’s e também da relação do brasileiro com o fast food. É um produto que atravessa gerações, mantém seu sabor e segue sendo um dos favoritos do público. Chegar aos 50 anos dessa forma é um privilégio e uma responsabilidade que carregamos com muito orgulho”, destaca Renata Brigatti Lange, diretora de marketing do Bob’s. O cinquentenário do Big Bob reforça a relevância de ativos históricos na construção de marcas longevas. Em um cenário de alta rotatividade de produtos e discursos, o sanduíche consolida o papel do “clássico” como ferramenta de diferenciação, lembrança e conexão emocional, atributos cada vez mais valiosos para empresas que precisam equilibrar inovação e legado. A campanha dos 50 anos evidencia como o Bob’s opera esse equilíbrio ao atualizar narrativas, formatos e experiências sem diluir a essência do produto, demonstrando a força de um posicionamento sustentado por consistência, autenticidade e alta capacidade de atravessar gerações. O sabor que atravessou o balcão e conquistou o varejo A relevância do Big Bob é tão grande que ultrapassou os restaurantes e deu origem a um dos movimentos mais bem-sucedidos da marca no varejo: a linha Bob’s em Casa. O molho Big Bob, lançado em fevereiro de 2022, rapidamente se tornou um dos produtos mais vendidos da categoria e abriu caminho para a chegada de novas versões como o Burger & Salad (outubro de 2022) e o Bob’s Grill (abril de 2024). Este ano os molhos também ganharam uma nova embalagem de 730 g para o atacarejo. Além dos molhos, a linha vem crescendo com novos itens, como a batata frita congelada, e mantém um pipeline robusto de lançamentos previstos para os próximos meses. A expansão segue acelerada, com expectativa de encerrar 2025 atingindo 4.500 pontos de venda. Esse movimento reforça como o Big Bob não é apenas um clássico do fast food brasileiro, mas também um ativo estratégico capaz de impulsionar novos negócios e ampliar a presença do Bob’s no dia a dia do consumidor.
Janeiro e finanças: como reorganizar o orçamento e começar o ano no azul

O início do ano costuma concentrar uma série de despesas extras — como IPTU, IPVA, matrícula escolar e compra de material didático — que impactam diretamente o orçamento das famílias. Apesar do desafio, janeiro também representa uma oportunidade estratégica para reorganizar as finanças, revisar hábitos de consumo e planejar o ano com mais segurança e previsibilidade. De acordo com o professor Kennedy Paiva, da área de Gestão e Negócios da Universidade Potiguar (UnP), integrante do Ecossistema Ânima, o período é decisivo justamente por concentrar gastos sazonais e marcar um ponto natural de renovação financeira. “É quando conseguimos reestruturar o orçamento, revisar contratos, recalibrar provisões e projetar o fluxo de caixa anual com maior precisão”, explica. Segundo o especialista, iniciar o ano sem organização financeira costuma gerar dificuldades logo nos primeiros meses. Entre os erros mais comuns estão a ausência de provisões para gastos previsíveis, a mistura entre despesas fixas e variáveis, o uso recorrente do crédito rotativo ou do cheque especial e a falta de clareza sobre dívidas e metas financeiras. Para enfrentar os custos típicos de janeiro sem comprometer as finanças, o planejamento antecipado é fundamental. A recomendação é criar reservas mensais ao longo do ano e organizar um calendário anual de despesas. “Sempre que possível, priorizar pagamentos à vista ajuda a aproveitar descontos e reduzir custos. Quando o planejamento começa tarde, o ideal é reduzir o consumo discricionário e utilizar apenas uma reserva de oportunidade, nunca a reserva de emergência”, orienta Paiva. A adoção de hábitos simples logo no começo do ano também pode gerar impactos positivos ao longo dos meses. Entre eles, revisar o orçamento mensal por centros de custo, automatizar investimentos e registrar os gastos em tempo real, práticas que contribuem para maior controle financeiro e tomada de decisões mais conscientes. Para quem já começa o ano endividado, o cuidado deve ser redobrado. A orientação é listar todas as dívidas e organizá-las conforme o custo, priorizando aquelas com juros mais elevados. Avaliar alternativas como portabilidade, refinanciamento ou consolidação pode ser uma saída, desde que reduzam o custo total e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa. A renegociação deve ser considerada especialmente quando há risco de inadimplência nos próximos 60 a 90 dias. “É essencial comparar o contrato atual com o novo, evitar alongamentos excessivos, recusar vendas casadas, exigir tudo por escrito e verificar o impacto no score de crédito”, ressalta. Com o orçamento anual organizado, janeiro também se mostra um momento oportuno para iniciar investimentos. “Esse período permite definir a capacidade de investimento, estabelecer metas claras e criar disciplina financeira. Para quem nunca investiu, Tesouro Selic, CDBs de liquidez diária de bancos sólidos, fundos com taxas mais baixas e a poupança — apenas como conta de transição — são alternativas iniciais”, conclui o professor.