Bloquinho Me Leva Mamãe reúne atrações infantis e programação especial amanhã no Viva Park Brasil

Com patrocínio da Prefeitura do Natal, via Lei Djalma Maranhão, incentivado pela Unimed Natal, e do Governo do Rio Grande do Norte, através da Lei Câmara Cascudo e Secult-RN, incentivado por Riograndense Distribuidora, o Bloquinho Me Leva Mamãe realiza mais uma edição neste sábado, 28 de fevereiro, das 16h às 21h, na área externa do Viva Park Brasil, em Ponta Negra. O evento é voltado para crianças de 0 a 10 anos e suas famílias e se consolida como o “último grito de Carnaval” do público infantil na capital potiguar. Com uma proposta que une cultura, lazer e convivência familiar, o bloquinho surge como uma extensão da folia momesca, oferecendo uma experiência segura, criativa e repleta de alegria para a criançada. A programação conta com atrações musicais infantis, bandinha de sopro, presença de personagens e super-heróis, contação de histórias, brinquedos infláveis, brinquedos exclusivos para crianças de 0 a 3 anos e uma praça de alimentação. A programação tem início às 16h, com brinquedos do Viva Park (parte interna), infláveis e espaço Wood Play. Às 17h, o palco recebe a Banda Clarim Kids e os personagens da Cia Era Uma Vez. Às 18h, acontece a contação de histórias com Nara Kelly, seguida, às 18h45, pelo Bloquinho da Era Uma Vez, com Juh e Kaik. Às 19h15, é a vez das Guerreiras do K-Pop animarem o público, e às 19h45, o evento entra no clima de folia com o Show Musical de Carnaval. A partir das 20h, os infláveis e brinquedos do Viva Park voltam a funcionar até o encerramento, às 21h. Além das atividades ao ar livre, o público também poderá aproveitar o parque indoor do Viva Park Brasil como mais um equipamento do evento, com ingresso vendido separadamente, ampliando as opções de diversão para toda a família. Mais do que um evento festivo, o Bloquinho Me Leva Mamãe é um projeto cultural que estimula a criatividade, promove o acesso à arte desde a infância e fortalece os vínculos familiares por meio de experiências afetivas e coletivas. A iniciativa transforma o período pós-Carnaval em um momento especial de celebração da infância, incentivando o brincar, a convivência e a criação de memórias inesquecíveis. Os ingressos estão à venda presencialmente na loja Spicy, na Avenida Almirante Alexandrino de Alencar, e também de forma online. Mais informações: @blocomelevamamae. Serviço – Bloquinho Me Leva Mamãe | Carnaval EstendidoData: 28 de fevereiro de 2026 (sábado)Horário: 16h às 21hLocal: Área externa do Viva Park Brasil – Ponta Negra Vendas presenciais: Spicy – Av. Alm. Alexandrino de AlencarVendas online:https://checkout2.bilheteriadigital.com/bloquinho-me-leva-mamae-28-de-fevereiro

Elo Festival acontece neste fim de semana na Prainha da Via Costeira com entrada gratuita

A Prainha da Via Costeira será palco, nesta sexta (27) e sábado (28), do Elo Festival, evento gratuito que promete movimentar a cena cultural de Natal com dois dias de música, diversidade sonora e celebração coletiva à beira-mar. A programação tem início a partir das 21h, com acesso mediante retirada de ingresso pelo site https://outgo.com.br/elo-festival e a doação de 2kg de alimento não perecível. A abertura do festival, na sexta-feira (27), fica por conta do Elo Groove, dedicado à música eletrônica e às experiências de pista. O line-up reúne Bhaskar, Fat Sync, Vermont, Pandora, Groundbass e o set Emma b2b DK, criando uma atmosfera intensa e dançante em um dos cenários mais emblemáticos da capital potiguar. No sábado (28), é a vez do Elo Hype, que amplia o espectro musical com uma mistura de estilos que transitam entre o eletrônico, o pagode e as sonoridades que dominam o momento. Sobem ao palco Lipe Lucena, Litto Lins, Pagode do Coxa, Andrey Santos e DJ DK, em uma noite marcada pela interação, energia e clima de festa. Com proposta acessível, programação plural e localização privilegiada, o Elo Festival se consolida como uma nova opção de lazer e encontro para o público jovem, reforçando a ocupação cultural da Via Costeira e valorizando a música como elo entre pessoas e experiências. Serviço:27 e 28 de fevereiro de 2026A partir das 21hPrainha da Via Costeira – Natal/RNEvento gratuito (retirada de ingressos)Ingressos: outgo.com.br/elo-festival

Um quarto de século de arte viva: Casa da Ribeira celebra 25 anos como farol da cultura independente

Há 25 anos, um casarão centenário na rua Frei Miguelinho, no bairro da Ribeira, deixava de ser apenas memória arquitetônica para se tornar símbolo vivo de criação, resistência, educação pela Arte e reinvenção cultural. A Casa da Ribeira celebra, em 2026, um quarto de século de história e inicia as comemorações com o Festival Verão Aquilombado, de 6 a 8 de março, reafirmando seu compromisso com o passado, o presente e o futuro da arte e cultura, no Rio Grande do Norte e no Brasil. Antes de ser reconhecida internacionalmente como espaço cultural independente, a Casa foi hospedaria, padaria e armazém. As paredes erguidas por mãos anônimas jamais imaginaram que, depois de 10 anos de portas fechadas, ali floresceria um território de desenvolvimento humano através da arte, experimentação artística e encontro comunitário. No fim dos anos 1990, o sonho ganhou forma pelas mãos dos então integrantes e o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare e produtores independentes, que buscavam um espaço para ensaios e apresentações, mas vislumbrava muito mais: um teatro, uma sala de exposições e um café cultural abertos à cidade. O que era desejo tornou-se mobilização. A restauração do prédio, aprovada na Lei Rouanet e na Lei Câmara Cascudo, exigia a captação de cerca de R$ 819 mil, valor expressivo para jovens artistas e produtores ainda desconhecidos do empresariado local. A resposta veio das ruas: o projeto “Na Rua da Casa”, realizado mensalmente a partir de 11 de julho de 1999, ocupou as ruínas do casarão centenário e sua rua (Frei Miguelinho) com música, teatro, dança, circo e exposições gratuitas. A cidade passou a olhar para o projeto. Em 2000, a Cosern (à época grupo Iberdrola) e a Petrobras, além de várias empresas locais que apoiaram sem incentivos fiscais, viabilizaram a restauração definitiva do espaço, inaugurando uma trajetória que, ao longo dos anos, contou com o apoio de instituições como Cosern, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Grupo Marquise, Sesc e Itaú Cultural. Mais que vocação artística, a Casa da Ribeira tornou-se prática concreta de restauração urbana integrada ao bairro histórico que resiste há décadas. Em um tempo em que o desenvolvimento muitas vezes se confunde com demolição e padronização arquitetônica, a Casa permanece como crítica viva e poética à lógica do apagamento provando que preservar também é avançar. Números que contam uma história Em 25 anos, a Casa da Ribeira construiu um legado que ultrapassa estatísticas, mas que também se traduz em números expressivos: 542.981 espectadores; 2.810 espetáculos apresentados; 51 exposições de artes visuais; 54 projetos artísticos, culturais e educativos realizados; 28 editais de ocupação abertos e 06 prêmios locais e nacionais conquistados. Cada número carrega vozes, corpos em cena, plateias emocionadas, debates urgentes e novas gerações formadas no exercício da sensibilidade crítica. Hoje, a Casa é conduzida por uma liderança que sintetiza experiência, pensamento contemporâneo e compromisso social. A presidente Alessandra Augusta, atriz e pesquisadora de Teatro Negro, Feminismo e Ancestralidade; o diretor social Henrique Fontes, dramaturgo premiado nacionalmente; a diretora administrativa-financeira Ana Cláudia Viana, pesquisadora e bailarina com mais de três décadas de atuação; e a gerente administrativa Jeane Ataíde, especialista em gestão de projetos culturais incentivados, formam uma equipe que mantém viva a missão do espaço. Em uma fala coletiva, a liderança da Casa afirma. “Ao completar 25 anos, a Casa da Ribeira reafirma que cultura não é ornamento: é fundamento. O passado sustenta, o presente pulsa e o futuro se constrói no encontro. Em cada espetáculo, exposição ou debate, a Casa segue sendo abrigo de ideias, território de resistência e educação através das artes independentes em Natal, no Rio Grande do Norte e no Brasil”. Em um país onde espaços culturais independentes lutam diariamente para permanecer em atividade, a Casa da Ribeira representa a persistência de um modelo que entende cultura como direito, formação cidadã e construção de identidade coletiva. Sua existência reafirma a importância da autonomia artística e da continuidade histórica para a manutenção da memória e da diversidade cultural de um povo. A Casa é um dos únicos espaços culturais independentes no Brasil que se mantém aberto por 25 anos, com apenas uma intercorrência, em 2004, quando a diretoria se viu forçada a fechar por 3 meses.  Festival Verão Aquilombado abre as celebrações dos 25 anos O Festival Verão Aquilombado inaugura o ano comemorativo da Casa da Ribeira entre os dias 6 e 8 de março de 2026, com programação gratuita dentro e fora do espaço cultural. Mais do que um festival, trata-se de um aquilombamento contemporâneo: um encontro de narrativas negras e LGBTQIAPN+, promovendo fruição artística, economia criativa e diálogo intercultural. Com mais de 30 atrações, o festival reúne dança, música, teatro, contação de histórias, artes visuais, cinema, culturas tradicionais e uma feira de afroempreendedorismo instalada na rua, onde artesanato, moda e gastronomia dialogam com inovação tecnológica, “pink money”, debates sobre decolonialidade e práticas antirracistas. O projeto foi aprovado no Edital de Fomento às Artes Integradas e Outras Expressões Artísticas – 08/2024 – Ações Culturais – Faixa 02 – PNAB SECULT/RN. Conta com apoio da Fundação José Augusto, através da Secretaria de Cultura do RN, Governo do Estado do RN, Sistema Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.  Programação – Festival Verão Aquilombado 06 de março (sexta-feira) – a partir das 19h 07 de março (sábado) – das 15h às 22h 08 de março (domingo) – das 15h às 22h

Festival de Solos Teatrais do RN – FEST reúne artistas de três países em 10 dias de programação gratuita

Natal recebe, de 13 a 22 de março, a primeira edição do FEST – Festival de Solos Teatrais do Rio Grande do Norte, que já se destaca como o maior festival de teatro realizado no estado. Serão 10 dias de programação, com 20 atividades gratuitas, artistas de 3 países, representantes de 4 estados brasileiros e 10 cidades, além de mais de 15 grupos artísticos participantes. Com foco no formato solo e nas experimentações contemporâneas da cena, o festival reúne espetáculos, mostras de processo, residência artística, intercâmbio e celebrações. A programação ocupará o bairro da Ribeira, no Teatro Alberto Maranhão, na Casa da Ribeira, no Espaço A3 e no Clube Frisson. Todas as atividades são gratuitas, reforçando o compromisso do festival com o acesso e a formação de público. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início de cada atividade, no respectivo local. O FEST também promoverá ação solidária durante o evento. Ao longo da programação, será realizada a arrecadação de ração, que será destinada a instituições de acolhimento animal. A programação contará com acessibilidade comunicacional, com interpretação em Libras e audiodescrição. Abertura oficial A abertura oficial, no dia 13 de março, reúne os espetáculos Ancestralizar, de Tony Silva (Mossoró/RN), e ContraXawara – Deus das Doenças ou Troca Ynjusta, de Juão Nyn (São Paulo/SP | Natal/RN), no Teatro Alberto Maranhão. Na mesma noite, acontecerá a festa oficial de abertura com a artista chilena Jey Gaga, impersonator da Lady Gaga, no Clube Frisson. A 1ª edição do FEST homenageia a atriz Tony Silva, de Mossoró/RN, e a atriz potiguar Titina Medeiros (in memoriam). Entre os destaques estão artistas do Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo, além da participação internacional da Argentina e do Chile. A curadoria das obras potiguares foi realizada pelas artistas Quitéria Kelly e Fernanda Cunha, sob coordenação de José Neto Barbosa, diretor do festival e responsável pela curadoria das obras nacionais e internacionais. Ao longo do festival, o público poderá acompanhar obras como DeCor, de Denise Stutz (Rio de Janeiro/RJ); Fera, de Carolina Ferman (Rio de Janeiro/RJ); Proyecto Falcon, de Paola Traczuk (Argentina); 1 Peça Cansada, de Natasha Corbelino (Rio de Janeiro/RJ); Soledad, de Hilda Torres (Recife/PE), entre outros trabalhos. Ações de formação artística Além dos espetáculos, o FEST promoverá a residência “Solos em Trânsito”, conduzida por Paola Traczuk, da Argentina, e um intercâmbio de dança com Jey Gaga, do Chile, fortalecendo o diálogo entre artistas locais e convidados nacionais e internacionais. As inscrições para as ações formativas são realizadas através do Instagram @fest.rn, e possuem vagas limitadas. O 1º FEST – Festival de Solos Teatrais do Rio Grande do Norte é uma realização da S.E.M. Cia. de Teatro, com patrocínio da Unimed Natal, por meio da Prefeitura do Natal e do Programa Djalma Maranhão. Também conta com realização da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, do Sistema Nacional de Cultura, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. O projeto é produzido pela POSS Comunicação e Cultura. A edição de 2026 do festival tem apoio do Espaço A3, Casa da Ribeira, Teatro Alberto Maranhão, Clube Frisson, Yetu Music, Serigrafia Potiguar, Alport, Michele Tour, LucGraf e Átrios Beach Hotel. SERVIÇO FEST – Festival de Solos Teatrais do Rio Grande do Norte De 13 a 22 de março — Natal (RN) Programação gratuita. Ingressos distribuídos uma hora antes de cada atividade, no respectivo local. Programação de espetáculos e mostras de processo de criação cênica 13/03 (sexta-feira) 19h30 — Ancestralizar, de Tony Silva (Mossoró/RN) — Teatro Alberto Maranhão (Pátio). 20 min. Livre. Libras e audiodescrição. 20h — ContraXawara – Deus das Doenças ou Troca Ynjusta, de Juão Nyn (São Paulo/SP | Natal/RN) — Teatro Alberto Maranhão (Palco). 60 min. 14 anos. Libras e audiodescrição. 14/03 (sábado) 19h30 — Soledad – A terra é fogo sob nossos pés, de Hilda Torres | Grupo Cria do Palco (PE) — Teatro Alberto Maranhão (Palco). 70 min. 16 anos. Libras e audiodescrição. 15/03 (domingo) 19h30 — Galo (mostra de processo), de Thasio Igor (São Gonçalo do Amarante/RN) — Teatro Alberto Maranhão (Palco). 35 min. Livre. Libras e audiodescrição. 20h30 — Azul Miró, de Quemuel Costa (Parnamirim/RN) — Teatro Alberto Maranhão (Palco). 50 min. 10 anos. Libras e audiodescrição. 17/03 (terça-feira) 19h30 — Emoções (mostra de processo), de Juliana Modro | Palhaça-Ria (Ceará-Mirim/RN) — Espaço A3. 40 min. 14 anos. Libras e audiodescrição. 20h30 — Actos en Tránsito: mostra aberta de fragmentos de criação cênica (mostra de processo), de Paola Traczuk (Argentina) e artistas potiguares — Espaço A3. 50 min. 14 anos. Libras e audiodescrição. 18/03 (quarta-feira) 19h30 — Myo_Clonus, de Alexandre Américo | Torta Plataforma (Natal/RN) — Casa da Ribeira (Palco). 35 min. Livre. Libras e audiodescrição. 20h30 — DeCor, de Denise Stutz (Rio de Janeiro/RJ) — Casa da Ribeira (Palco). 90 min. Livre. Libras e audiodescrição. 19/03 (quinta-feira) 19h30 — Submergida (mostra de processo), de Isadora Gondim (Rio de Janeiro/RJ | Natal/RN) — Espaço A3. 60 min. 10 anos. Libras e audiodescrição. 20h30 — Proyeto Falcon. Una Dimensión Sutil de Anacronismos. (mostra de processo), de Paola Traczuk (Argentina) — Casa da Ribeira (Sala Multiuso). 45 min. 14 anos. Libras e audiodescrição. 20/03 (sexta-feira) 19h30 — Fera, de Carolina Ferman (Rio de Janeiro/RJ) — Casa da Ribeira (Palco). 60 min. 16 anos. Libras e audiodescrição. 21/03 (sábado) 19h e 20h30 — Um Depoimento Real (mostra de processo), de José Neto Barbosa | S.E.M. Cia. de Teatro (Natal/RN) — Casa da Ribeira (Sala Multiuso). 60 min (cada sessão). 14 anos. Libras e audiodescrição. 22/03 (domingo) 19h30 — 1 Peça Cansada, de Natasha Corbelino (Rio de Janeiro/RJ) — Casa da Ribeira (Palco). 70 min. 14 anos. Libras e audiodescrição. Programação de ações formativas 06/03 (sexta-feira), 12/03 (quinta-feira) e 13/03 (sexta-feira) 06/03, 19h às 20h (on-line); 12/03, 19h às 21h (Clube Frisson); 13/03, 22h às 1h (Clube Frisson) — Intercâmbio cênico com Jey Gaga, com

Símbolo comercial do Alecrim, Shopping 10 celebra 25 anos com programação especial

O Shopping 10, um dos principais polos do comércio popular do bairro Alecrim, em Natal, completa 25 anos no próximo mês de março, mas começa já agora a celebrar. Uma programação cultural será realizada para homenagear o público e o bairro onde o shopping está localizado. Uma campanha comemorativa também será lançada nos próximos dias, para marcar a data. Em seu roteiro de celebrações, o Shopping 10 vai realçar sua presença no cotidiano do Alecrim e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social da região. O objetivo é fortalecer sua identidade com o bairro e oferecer um momento de reconhecimento coletivo da história do empreendimento. “As atividades incluem ações culturais até o fim de março, quando comemoraremos o nosso aniversário. Teremos uma feira de artesanato e um evento celebrativo mais simbólico que divulgaremos nas próximas semanas, mas que será completamente aberto ao público e com valorização de talentos locais”, revela o diretor Ricardo Cirne. Ele acrescenta que o período também terá promoções especiais nas lojas e uma campanha publicitária resgatando memórias, histórias e personagens ligados ao cotidiano do shopping. Inaugurado em 2001, o Shopping 10 garantiu mais estrutura, segurança e organização ao comércio local, sem perder o caráter acessível e o preço justo. O espaço consolidou-se não apenas como centro de compras, mas também como ponto de encontro e convivência. Recentemente, o shopping vem atravessando uma fase de expansão e modernização. Destacam-se a nova praça de alimentação e a implantação da Sala do Empreendedor, esta em parceria com a Prefeitura do Natal e o Sebrae/RN, para fomentar os pequenos negócios que movimentam a economia do bairro.