9º Curta Caicó bate recorde de inscrições e anuncia filmes selecionados para a edição 2026

Com programação gratuita que vai de 27 de outubro a 1 de novembro, o festival percorrerá seis municípios do Rio Grande do Norte, exibindo 43 obras selecionadas, além de produções do 5º LAB – RN. A organização do 9º Curta Caicó divulgou nesta terça-feira (29/09) os filmes selecionados para as mostras competitivas e paralelas do festival. O anúncio oficial ocorreu em uma live no canal do evento no YouTube, conduzida pelo jornalista e crítico de cinema Vitor Búrigo. Nesta edição, o festival consolidou seu crescimento ao alcançar a marca histórica de 1.310 curtas-metragens inscritos, oriundos de todas as regiões do Brasil. Desse montante, 43 obras foram selecionadas para compor a programação oficial, que também contará com a exibição especial dos filmes resultantes do 5º Laboratório de Roteiro do Curta Caicó. “Esse ano nós batemos recorde de inscrições. Teremos nove mostras exibidas nas universidades, em praças públicas e em outros espaços, fomentando o cinema na região do Seridó. É uma alegria imensa ver que o festival vem alcançando números cada vez melhores, estimulando a população local a se interessar pelo audiovisual e contribuindo para a formação do cinema brasileiro”, ressaltou o diretor do festival, Raildon Lucena. Para dar conta do volume expressivo de inscritos e avaliar os filmes com a atenção necessária, a equipe de curadoria foi ampliada e contou com dez profissionais de várias partes do Brasil. O coordenador curatorial do evento, Júlio Oliveira, destacou o desafio de analisar obras de gêneros tão diversos mantendo a unidade temática da edição. “É um volume muito grande de obras do Brasil inteiro, com variados olhares sobre a arte e sobre o nosso próprio país”, afirmou. Segundo Júlio, o Curta Caicó segue um caminho firme de expansão, com um olhar atento à diversidade da produção nacional. “Buscamos filmes que conversam com as várias linguagens do cinema, mas que também encantam aquele público que não consome a sétima arte com frequência ou que passa muito tempo sem esse contato”, enfatiza. Realizado no interior do Rio Grande do Norte, o Curta Caicó reafirma seu papel como uma das principais vitrines de exibição e fomento do audiovisual nordestino e nacional. O evento integra o Calendário Oficial de Eventos do Estado (Lei Nº 12.466) e é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural, Imaterial e Turístico do Rio Grande do Norte (Lei Nº 12.595). A 9ª edição do Curta Caicó é uma produção da Agência Referência, com realização do Governo do Rio Grande do Norte e da Secretaria Estadual de Cultura, por meio do Programa Cultural Câmara Cascudo. O festival conta com o patrocínio do Instituto Neoenergia e Neoenergia Cosern, do Sesc RN, através do Sistema Fecomércio, além do apoio do Banco do Nordeste (BNB Cultural), Místika e da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCIRN). SELEÇÃO OFICIAL 9ª CURTA CAICÓ •⁠ ⁠COMPETITIVAS * MOSTRA SERIDÓ -A Flor Teimosa da Algabora / Dir. Ana Karla Farias e Fátima Cabral (Doc, 2024, 12’00”) Caicó-RN -Bem de Perto / Dir. coletiva (Fic, 2025, 10’30”) Tenente Laurentino-RN -Mãe Santíssima / Dir. Buca Dantas (Fic, 2025, 17’04”) Parelhas-RN -Memória Trêsporquatro / Dir. Osani (Doc, 2024, 05’47”) Acari-RN -Pemba / Dir. Lourival Andrade (Fic, 2025, 15’00”) Caicó-RN -Utopia / Dir. Alex Macedo e Julhin de Tia Lica (Fic, 2026, 09’00”) Jardim do Seridó-RN e Parelhas-RN MOSTRA POTIGUAR -Akaîutĩ / Dir. Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (Doc. 2025, 17’39”) João Câmara-RN •⁠ ⁠Uma Erói / Dir. Camila Guerra e Babi Baracho (Fic, 2025, 15’23”) Natal-RN -A Voz das Rochas / Dir. Evelyn Freitas (Doc, 2026, 14’57”) Apodi-RN -Inquietas / Dir. Thaina Morais (Exp, 2025, 12’45”) Natal-RN -Medo de Cachorro / Dir. Italo Tapajós (Anim, 2025, 09’21”) Natal-RN -Umbuzeiro / Dir. Emílio Ribeiro (Fic, 2026, 19’03”) Mossoró-RN MOSTRA NACIONAL -Bijupira / Dir. Eduardo Boccaletti (Fic, 2025, 14’18”) Rio de Janeiro-RJ -Kika Não Foi Convidada / Dir. Juraci Júnior (Fic, 2026, 15’00”) Porto Velho-RO -O Mapa em que Estão Meus Pés / Dir. Luciano Pedro Jr (Fic, 2025, 13’47”) Maceió-AL -O que faço com isso agora que acabou? / Dir. JULIA ULIANA E NATÁLIA DORNELAS (Fic, 2026, 14’11”) Vitória-ES -Sacas de Areia / Dir. Raphael Henrique (Fic, 2025, 15’00”) Cuiabá-MT -Samba Infinito / Dir. Leonardo Martinelli (Fic, 2025, 15’25”) Rio de Janeiro-RJ -Vinte Vinte Quatro / Dir. Davi Pieri (Exp, 2025, 18’00”) Brasília-DF •⁠ ⁠PARALELAS * MOSTRA NORDESTE -A Costureira / Dir. Ailton Jesus (Fic, 2025, 17’20”) Crato-CE -Dona Cecília / Dir. Ana Hortência Egito e Julia A. Rantigueri (Doc, 2025, 17’20”) Porto Franco-MA -Doula – Todos Os Dias O Nascer Do Fim / Dir. Ary Régis Lima (Fic, 2025, 15’57”) Alagoa Grande-PB -Habeas Pinho / Dir. Nathan Cirino e Aluizio Guimarães (Fic, 2025, 20’15”) Campina Grande-PB MOSTRA INFANTO-JUVENIL -A Loja de Porcelanas / Dir. Vanessa Mecedo (Anim, 2025, 08’10”) Recife-PE -Esperança / Dir. Amora Moreira e Marcelo Pereira (Anim, 2026, 13’06”) Rio de Janeiro-RJ -Pé de Garrafa / Dir. Everson Teodoro (Fic, 2025, 15’00”) Cuiabá-MT -Zupi e a Vovó do Espaço Sideral / Dir. Beatriz Nunes (Fic, 2025, 13’16”) Santos-SP CURTAS FANTÁSTICOS -Luzes de Angola / Dir. Lallo Bocchino (Fic, 2025, 20’00”) Itajaí-SC -O Jogo de Dona Lourdes / Dir. Hilda L. Pontes e Klaus Hastenreiter (Fic, 2025, 15’59”) Salvador-BA -Pedra-Mar / Dir. Janaína Lacerda (Fic, 2026, 11’58”) João Pessoa-PB -Tente Sua Sorte / Dir. Guenia Lemos (Fic, 2025, 18’53”) Curitiba-PR MOSTRA DIVERSIDADE -Capim / Dir. Júlia Munhoz e Caio Pimenta (Doc, 2026, 17’00”) Bom Jesus do Araguaia e Cuiabá-MT -Como Nasce Um Rio / Dir. Luma Flores (Anim, 2025, 08’33”) Salvador-BA -Invisível / Dir. Ramon Faria (Amim. 2025, 04’25”) Belo Horizonte-MG -Xica vive na fumaça / Dir. Vinicius Faustino (Exp. 2025, 08’00”) Capão Redondo-SP MOSTRA AMBIENTAL -Catadores / Dir. Paula Vasone (Doc, 2026, 13’47”) São Paulo-SP -Da Janela / Dir. Lu Antunes (Anim, 2026, 17’57”) Jaraguá do Sul-SC -Envelhecer com as árvores / Dir. Loïc Ronsse e Bárbara Lissa(Doc, 2025, 16’55”) Minas Gerais-MG -YbyApin / Dir. Murilo Ribeiro (Anim, 2026, 05’00”) Goiás-GO MOSTRA VIDEOCLIPES -Alumeia / Dir. Luana Flores (2024, 07’00”) Santa Luzia-PB, Junco do Seridó-PB e João

Com o mote do Brasil para o Brasil, Tintas Iquine revela Caroá e Jatobá como as Cores do Ano 2027

A Tintas Iquine, maior indústria de tintas do Brasil com capital 100% nacional, anuncia Caroá, um tom verde suave e caloroso, e Jatobá, um verde escuro e profundo, como suas Cores do Ano para 2027. A escolha das tonalidades é fruto de um estudo conduzido em parceria com o escritório inglês Studio Justine Fox, consultoria internacional reconhecida por conectar psicologia das cores, comportamento, arquitetura e cultura em processos que antecipam tendências globais. Em sintonia com as aspirações contemporâneas de expressão pessoal e autenticidade nos espaços, a Iquine define o Maximalismo Curado – traduzido como “um exagero organizado” – como o pilar estético central para o ano.  A revelação é marcada pela celebração da expressão viva e da pluralidade brasileira. “O Brasil é vasto e rico demais para ser traduzido em uma única cor. Escolhemos duas tonalidades porque acreditamos na força dos contrastes e na harmonia da nossa diversidade”, explica Leonardo Vasconcelos, diretor comercial e de marketing da Tintas Iquine. “A nossa intenção é convidar o público a se reconectar com as suas raízes e levar para dentro de casa uma atmosfera viva, acolhedora e cheia de história”, complementa.  Biomas brasileiros  As duas Cores do Ano 2027 da Tintas Iquine estabelecem um diálogo sobre a resiliência nacional: a capacidade de florescer mesmo no árido e a força de raízes profundas. Essa escolha de duas tonalidades complementares reflete a própria essência do Maximalismo Curado, que busca a harmonia na abundância e na curadoria cuidadosa de elementos da natureza brasileira. Paletas complementares  Para desdobrar essa visão em escolhas reais de decoração, a Tintas Iquine estruturou suas paletas complementares sugerindo proporções de como harmonizar as tonalidades nos ambientes. A primeira delas, batizada de Pedra e Brisa, inspira-se em paisagens florestais costeiras e aposta na clareza e na calma mineral para criar um espaço cognitivo livre de desordem visual. A cartela reúne tonalidades suaves como o azul de Parecis, o frescor cinza-esverdeado de Tororó, a névoa profunda de Galena e a leveza clara de Marujada.  Já a paleta Terra e Traço celebra o modernismo tropical, trazendo a solidez da terra por meio de tons terrosos, quentes e profundos. Sendo a tradução cromática mais expressiva do maximalismo curado na proposta, essa composição envolve cores vibrantes como o amarelo luminoso de Manga, o calor sensorial de Cravo e as profundezas de argila presentes em Caipora e Jaqueira.  Por fim, a paleta Canto e Calor traduz a energia cultural do país, desde a vivacidade do forró até os rodopios do samba. Sendo uma combinação de vibração e contrastes ativos, ela traz em sua composição tons marcantes como o rosa de Açucena, o vermelho profundo de Forró e o azul-turquesa de Praia do Francês.  Campanha de divulgação  As cores do ano da Tintas Iquine contarão com materiais promocionais para ambiente digital, além das ativações de pontos de venda e eventos. Com o mote “do Brasil para o Brasil”, a assinatura criativa é da agência Lean.  A brasilidade característica da marca percorre toda a campanha, inclusive o vídeo manifesto divulgado nas redes sociais da empresa bem como na página oficial da companhia. O conteúdo traz a poética por trás das cores escolhidas, conectando os significados delas às mensagens da campanha.  “Além de uma reflexão quanto a possíveis combinações de cores, as paletas e toda a campanha das nossas cores do ano também trazem sugestões de proporcionalidade para a composição do ambiente. As próprias peças de divulgação que construímos têm essa premissa como base”, detalha Anselmo Albuquerque, CSO da Agência Lean. Sobre o Grupo Iquine O Grupo Iquine detém a maior indústria de tintas do Brasil com capital 100% nacional e a terceira do país em volume de produção, envolvendo mais de 700 colaboradores diretos. Atuando nos segmentos de tintas imobiliárias e industriais, seus produtos estão presentes em mais de 20 mil pontos de vendas em todo o país. Fundada como Indústrias Químicas do Nordeste, em fevereiro de 1974, no Polo Industrial de Jaboatão dos Guararapes (Grande Recife), o Grupo Iquine se transformou em um dos maiores do Brasil, consolidando suas marcas no mercado nacional através da qualidade de seus produtos. As operações do Grupo Iquine ganharam ainda mais força com a aquisição da Tintas Hidracor, em outubro de 2020. O Grupo Iquine é vinculado à Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), com certificação de qualidade concedida pelo Programa Setorial de Qualidade (PSQ) e está em conformidade com todas as exigências e normas de qualidade do segmento. Atualmente, possui capacidade de produção de 200 milhões de litros por ano, somadas as três unidades fabris, sendo duas localizadas no estado do Ceará (em Maracanaú e Acarape) e uma em Pernambuco (Jaboatão dos Guararapes), além de dois centros de distribuição no estado de São Paulo (Guarulhos) e no Rio de Janeiro.

Festival MPB84 anuncia vencedores do Concurso de Bandas e prepara show com Samuel Rosa

O Festival MPB84 conheceu, na noite desta quinta-feira (1º), os grandes vencedores do Concurso de Bandas – Edição Pop Rock 2026. Guilherme Mendez e Coletivo 3×4, de Santana do Seridó, conquistaram o primeiro lugar da competição e garantiram a oportunidade de abrir um show de Samuel Rosa, que será promovido pelo projeto em Natal. Os detalhes da apresentação serão anunciados em breve. A final foi realizada no Solar Bela Vista, em Natal, e reuniu 15 artistas e bandas de diferentes municípios do Rio Grande do Norte. Depois de uma noite marcada pela diversidade da produção autoral potiguar, Guilherme Mendez e Coletivo 3×4 ficaram com o primeiro lugar. A banda Truve, de Parnamirim, conquistou a segunda colocação, enquanto a Caridea, também de Parnamirim, terminou em terceiro. Guilherme Mendez recebeu ainda o reconhecimento de Melhor Intérprete da edição. A escolha dos vencedores ficou a cargo de uma comissão julgadora formada por profissionais ligados à música e à comunicação. Integraram o júri Simona Talma, cantora, compositora e produtora musical; Moisés de Lima, músico, compositor e jornalista; Luaz, cantora, compositora e integrante da Banda Luaz; Allan Persa, músico e compositor; e Sueldo Soaress, músico e compositor. O resultado encerra uma trajetória iniciada com mais de 200 inscrições. Desse total, 163 propostas seguiram para avaliação da curadoria técnica e artística até a definição dos 15 finalistas que subiram ao palco na etapa decisiva. Além das premiações destinadas aos destaques do concurso, a vitória coloca Guilherme Mendez e Coletivo 3×4 diante de um novo momento: dividir a programação de um grande evento com Samuel Rosa, um dos nomes mais reconhecidos do rock e da música brasileira. Do concurso para um grande palco A participação dos vencedores na abertura da apresentação de Samuel Rosa reforça um dos principais objetivos do MPB84: criar oportunidades para novos artistas e aproximar a produção musical potiguar de nomes consolidados no cenário nacional. Com mais de três décadas de trajetória, Samuel Rosa construiu uma história de sucesso à frente do Skank e, atualmente em carreira solo, segue levando aos palcos músicas que atravessaram diferentes momentos de sua carreira, além de trabalhos de sua nova fase artística. A presença do cantor será um dos próximos grandes momentos do MPB84. A proposta é reunir no mesmo evento a experiência de um artista consagrado nacionalmente e o trabalho de quem acaba de se destacar no cenário potiguar por meio do concurso. A edição de 2026 também marca uma nova organização da marca. O Festival MPB84 passa a identificar o concurso de bandas, iniciativa voltada à descoberta e valorização de novos artistas, enquanto o Projeto MPB84 denomina os grandes shows promovidos pela marca. Após a definição dos vencedores do Festival MPB84, as atenções agora se voltam para esse próximo encontro. Mais informações sobre o show de Samuel Rosa, incluindo data, local e demais detalhes, serão divulgadas em breve.

Pole Estúdio transforma história de Maria Boa em espetáculo, oficinas e curta-metragem

A história de Maria Boa, personagem envolta em relatos e no imaginário de Natal desde os tempos da Segunda Guerra Mundial, ganhou novas leituras por meio do pole dance, do audiovisual e de diferentes experiências de criação artística. Depois de realizar uma programação de oficinas em setembro, o Pole Estúdio – Educação, Corpo e Arte se prepara para levar ao Teatro Alberto Maranhão (TAM), no dia 13 de outubro, às 19h, o espetáculo “O Retorno de Maria Boa” e lançar um curta-metragem dedicado à personagem e à feminilidade. O projeto parte da trajetória de Maria Oliveira Barros, a Maria Boa, mulher que se tornou uma das figuras mais conhecidas da Natal dos anos 1940. Sua história atravessa um período singular para a capital potiguar, que ganhou importância estratégica durante a Segunda Guerra Mundial e vivenciou intensas transformações sociais e culturais. Em “O Retorno de Maria Boa”, essa memória é observada a partir do presente e, sobretudo, do feminino. O pole dance é a principal linguagem da montagem, mas encontra no palco o teatro, a dança, a música, a poesia, o burlesco e a performance para abordar temas como corpo, liberdade, desejo, coragem e autonomia. Oficinas ampliaram experiências de corpo e criação Antes de chegar ao palco, o projeto também passou pelas salas do Pole Estúdio. Durante o mês de setembro, uma programação especial de oficinas apresentou diferentes possibilidades do corpo em movimento, transitando entre esporte, performance e criação coreográfica. As atividades funcionaram como uma imersão em linguagens e temas que atravessam “O Retorno de Maria Boa”, ampliando o repertório das participantes e criando espaços para experimentação artística. O percurso também evidencia uma das propostas da montagem: embora o pole dance esteja no centro da criação, a narrativa não se limita a uma única expressão. Diferentes manifestações cênicas se encontram para construir uma releitura do universo de Maria Boa e da Natal daquele período. Curta-metragem estreia no dia do espetáculo Além das oficinas e da montagem teatral, Maria Boa também ganha as telas. Em parceria com a equipe do Nav Noar, o projeto desenvolveu um curta-metragem sobre Maria Boa e a feminilidade, que será lançado no dia 13 de outubro, durante o evento no Teatro Alberto Maranhão. A produção audiovisual amplia a proposta para além do palco e lança outro olhar sobre a personagem, estabelecendo conexões entre sua trajetória e questões relacionadas à experiência feminina. “O audiovisual e a dança se completam nesse projeto, um tem o poder de guardar a memória, o outro de devolver o corpo. Buscamos unir a imagem e o movimento, o projeto foi capaz de transformar uma memória em presença viva, todas estamos sentindo e vivendo a força de Maria. Por isso, o retorno de Maria Boa é um retorno coletivo de todas as mulheres que nunca deixaram de existir. Está imperdível.”, disse Olívia Macedo, criadora do Pole Estúdio e desenvolvedora do espetáculo. O curta integra o percurso criativo de “O Retorno de Maria Boa”, no qual audiovisual, oficinas e artes cênicas se complementam como diferentes maneiras de revisitar uma história que permanece no imaginário natalense. Maria Boa retorna ao palco de Natal Expulsa de casa ainda jovem, Maria Boa reinventou sua trajetória e construiu um espaço que se tornaria conhecido na cidade. Em uma Natal transformada pela presença militar e pela circulação de estrangeiros durante a Segunda Guerra Mundial, seu nome passou a ocupar um lugar singular nas histórias daquele período. É justamente o encontro entre a mulher e o imaginário construído em torno dela que serve de matéria para “O Retorno de Maria Boa”. No palco do Teatro Alberto Maranhão, as alunas do Pole Estúdio dão corpo a essa narrativa. Força, sensualidade, vulnerabilidade e movimento aparecem como elementos da construção cênica, enquanto o universo do cabaré é retomado como referência histórica, estética e poética. A montagem também propõe ampliar o olhar sobre o pole dance enquanto linguagem artística, explorando sua capacidade de dialogar com outras artes e de contar histórias. A apresentação no TAM marca, assim, a culminância de um processo que passou pelas oficinas, pela experimentação corporal e pelo audiovisual. Diferentes linguagens se encontram para trazer Maria Boa novamente ao centro da cena cultural de Natal. Sobre o Pole Estúdio O Pole Estúdio – Educação, Corpo e Arte foi fundado em 2022 pela artista e professora Olivia Macedo e está localizado no bairro de Capim Macio, em Natal. O espaço atua na educação artística e esportiva por meio do pole dance, desenvolvendo aulas e projetos que estimulam a criação e a expressão artística. O trabalho busca potencializar o autoconhecimento e a criatividade e ampliar a presença do pole dance como manifestação artística, especialmente entre mulheres e pessoas com identidades femininas. “O Retorno de Maria Boa” conta com o apoio de Sebrae, Gaia Pole, Clara Colore e Leti_ink. SERVIÇOO Retorno de Maria BoaData: 13 de outubroHorário: 19hLocal: Teatro Alberto Maranhão (TAM) – Natal/RNLançamento: curta-metragem sobre Maria Boa e a feminilidade, produzido com a equipe do Nav No ArIngressos: disponíveis pela plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/o-retorno-de-maria-boa/3546060Realização: Pole Estúdio – Educação, Corpo e ArteApoio: Sebrae, Gaia Pole, Clara Colore e Leti_inkFotos: Divulgação/Pole Estúdio.

Livro propõe um novo olhar sobre o autismo e convida à construção de uma sociedade mais inclusiva

Em um cenário em que o debate sobre inclusão ganha força no Brasil, mas ainda convive com desinformação, preconceitos e barreiras estruturais, a obra “Além do diagnóstico: Ferramentas e reflexões para uma sociedade mais inclusiva” surge como um chamado à escuta, à empatia e à responsabilidade coletiva. Lançado pela Literare Books International, o livro reúne dezenas de autores em uma construção plural, sensível e tecnicamente fundamentada sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com 736 páginas, a publicação vai além de definições clínicas e estatísticas. A proposta é clara: enxergar o autismo para além do laudo. Em vez de limitar a compreensão a rótulos diagnósticos, a obra percorre diferentes fases da vida, da infância à vida adulta, e múltiplos contextos, como família, escola, clínica e sociedade. Do impacto do laudo à reconstrução de caminhos“O que acontece depois do diagnóstico?” É a partir dessa pergunta que o livro se desenvolve. Para muitas famílias, o momento do laudo representa um divisor de águas. Para outras pessoas, especialmente aquelas que recebem o diagnóstico na vida adulta, ele chega como uma revelação tardia, capaz de reorganizar memórias e ressignificar trajetórias. Escrito por mulheres e homens, mães, profissionais da saúde e da educação, pessoas autistas e familiares, Além do diagnóstico apresenta relatos reais e experiências profissionais que atravessam o impacto inicial, os desafios da inclusão escolar, a construção de vínculos, a organização da rotina, a busca por autonomia e o enfrentamento das barreiras sociais. A obra reforça uma mensagem central de que o cuidado não começa em protocolos, mas no olhar atento, na escuta verdadeira e no respeito à singularidade de cada indivíduo. Informação com embasamento e linguagem acessívelCom linguagem clara e acessível, mas sustentada por sólido embasamento técnico, o livro aborda temas essenciais como alimentação no TEA, inclusão escolar, benefícios sociais, atuação terapêutica, incluindo a fonoaudiologia, diagnóstico precoce e tardio, papel da família e o direito de existir com dignidade. Ao reunir múltiplas vozes e áreas de atuação, a publicação amplia o debate sobre políticas públicas e reforça que o desenvolvimento humano não cabe em classificações rígidas. O autismo, como defendem os autores, não é algo a ser “curado”, mas compreendido. Uma construção coletivaO projeto reúne um amplo time de coautores, entre eles: Marjorie Jasper; Amanda Oliveira; Ana Claudia Tavares; Ana Paula Cavalcante; Anary Aparecida Garcia Crepaldi; Andréa Araciaba Soares Coelho; Andria Regina Zuffo;  Tatiane Medianeira Baccin Ambrós; Ariane Carvalho de Faria; Ariany Lis Rossi; Arlete Sampaio; Camila Brudna Eickhoff; Camila Del Grande; Camila Lessa Ferreira; Samantha Hertz; Camila Mendes; Camila Reiniz Schumann; Camila Verly; Carlos Camilo; Cátia Silene Monteiro Nunes; Cátia Tatiana Geller Rodrigues; Cyndi de Pauli; Daiane Macedo; Daniela Josiane Glowacki Bonato; Daniela Zabalar; Dayana Ducanges; Denise Marcelino; Denise Paixão; Raquel de Oliveira Faria Lopes; Fabrícia Gomes da Silva;  Edna Maria Rodrigues Moura Barros; Elizangila M. Leite; Érika Caporal; Ester Pereira; Fernanda Ávila; Fernanda Bogoni; Fernanda Silva; Fran Marques; Franshwanne Santos Ribeiro Guimarães; Gabriela Carvalho; Gabriela Rodrigues; Geovana Nicole Pelagalli Nascimento Arruda; Géssica Cardoso; Gislene Erbs; Gustavo S. Ribeiro; Hálamo Abrantes; Helena do Carmo da Silva Fraga; Helica Magalhães Santos; Indra Durigan; Janaína Policarpo; Viviane Behrenz; Jaqueline Santos Maia; Dr. João Carlos Leitão; Joseph Dimas de Oliveira; Mírian Cecília Silva Matias; Juliana Doumen; Juliana Targino; Juliene Liv Arriaran; Kailane Lima; Karen Merlim; Dra. Kassandra Costa Chaves; Klebson Alvarenga Miranda; Luciana Kael; Dr. Marcelo Rocha e Silva Zorovich; Maria Betânia da Silva; Mariana Roberta Silva Lobo; Maria Rita Melo Andrade Silva; Michele Felix; Michelle da Silva Barbosa Andrade; Michelly Spineli; Monia Galasso; Sofia N. Filizzola; Verônica M. Oliveira; Naiara Cristina Corrêa; Pauline Bianca Erbs; Priscila Baccile; Priscilla Castro; Queren Braz; Rafaela Gama; Renata Massalai; Rita de Cássia Cordeiro de Souza; Roberta Profeta Forni; Rosana Cabral; Rosemeire Castilho; Samanta Andrade Simões de Moura; Sandra Regina Silva; Silvia Alves de Lima; Sílvia Regina Ferreira; Tamires Pereira Duarte Goulart; Tamiris De Almeida Carvalho; Tatiana Carnaval; Tatiane Freitas; Tereza Cal; Valéria Cristina Monteiro de Barros Fernandes; Vera Mendonça; Viviane Carneiro. A pluralidade das vozes é um dos grandes diferenciais desta obra, onde diferentes olhares se encontram para compor um mosaico que informa, acolhe, orienta e fortalece quem vive, cuida, ensina ou convive com o autismo.

Solar Coca-Cola amplia vale-educação com bolsas integrais para dependentes no RN

A Solar Coca-Cola, fabricante do Sistema Coca-Cola presente em 70% do território brasileiro, está ampliando sua estratégia de desenvolvimento de pessoas com o lançamento do Educa Solar Gerações, iniciativa que estende o “vale-educação” da companhia aos filhos e dependentes legais de seus colaboradores. Em projeto piloto, a empresa está oferecendo inicialmente 40 bolsas de estudo integrais e acesso a mais de 5.200 cursos variados para jovens de 17 a 22 anos,levando oportunidades de qualificação para além dos profissionais da empresa e alcançando também suas famílias. Lançado originalmente em abril de 2026, o Educa Solar foi estruturado, em parceria com a Unico Skill, como uma política de desenvolvimento para colaboradores, oferecendo acesso gratuito a cursos de instituições, como PUC-PR, PUC-RS, Mackenzie, Ibmec, Estácio, CNA, Coursera, entre outras – são mais de 100 instituições brasileiras e estrangeiras no catálogo da plataforma. Agora, a companhia amplia a iniciativa para os dependentes legais de seus funcionários como parte de sua Proposta de Valor ao Colaborador, conectando desenvolvimento profissional, impacto social e fortalecimento das famílias que fazem parte do time Solar. As bolsas contemplam diferentes níveis de formação, que vão da educação básica e cursos técnicos à graduação, pós-graduação e extensão universitária. As opções incluem áreas do conhecimento como idiomas, tecnologia, ciência de dados, economia criativa, gestão e soft skills. O programa também nasce em um contexto de desafios para a preparação dos jovens para o mercado de trabalho. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do CIEE apontam que cerca de 18,7% dos brasileiros entre 14 e 24 anos não estudam nem trabalham. Para a Solar, ampliar o acesso à qualificação é uma forma de contribuir para que as novas gerações desenvolvam conhecimentos e competências para o mundo do trabalho, ao mesmo tempo em que reduz lacunas de empregabilidade e cria perspectivas de mobilidade social para as famílias de seus colaboradores. “O Educa Solar Gerações traduz com clareza a nossa proposta de valor aos funcionários, fundada em Propósito, Desenvolvimento e Performance. Ao investirmos na qualificação técnica, na autonomia e no futuro dos filhos dos membros do nosso time, fortalecemos nossa marca empregadora e contribuímos ativamente para a ampliação das oportunidades profissionais para a juventude nas regiões onde atuamos”, destaca Emiliana Albanaz, diretora de Recursos Humanos da Solar Coca-Cola. Educação que gera oportunidades e transforma territórios Nesta primeira fase, serão 40 bolsas no Rio Grande do Norte. A formação acontecerá por meio da plataforma Unico Skill, que dá acesso a instituições parceiras e diferentes modalidades de ensino. O benefício disponibilizado pela Solar abrange desde cursos livres e formações de idiomas em nove línguas, até cursos técnicos, EJA e preparatórios para o ENEM. Além disso, a iniciativa inclui graduações, pós-graduações, tecnólogos e MBAs 100% online nas principais áreas do mercado, como Tecnologia, Gestão, Engenharia, RH, Logística, e Saúde, integrando mais de 50 instituições de ensino como Estácio, Anhanguera, Cruzeiro do Sul e Descomplica. Os contemplados poderão construir suas próprias jornadas de aprendizagem, com possibilidade de matrículas simultâneas em categorias distintas. “A Solar Coca-Cola demonstra uma visão humana e estratégica ao expandir o desenvolvimento para além do ambiente de trabalho e alcançar a família dos seus colaboradores. Educação é a ferramenta mais poderosa de mobilidade e transformação social. A Unico Skill está feliz em viabilizar uma iniciativa que abre portas para a juventude, amplia horizontes e gera impacto real na vida de quem faz a empresa acontecer”, afirma o CEO da Unico Skill, Joca Oliveira. O modelo combina, de forma inédita, um benefício educacional familiar que vai da formação livre à pós-graduação, com critérios de acesso voltados à inclusão e ao impacto social. Para participar, os jovens precisam ter entre 17 e 22 anos, ser filhos, enteados ou dependentes legais de colaboradores ativos da Solar e comprovar a conclusão do Curso Coletivo Coca-Cola, promovido pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com a Solar. A escolha de Rio Grande do Norte considera a presença operacional da companhia, a concentração de colaboradores com dependentes na faixa etária do programa e a priorização de territórios com demandas relacionadas ao desenvolvimento social e à formação de mão de obra regional. Durante o projeto piloto, com vigência até setembro de 2027, a Solar acompanhará indicadores como adesão, engajamento, conclusão das formações e impactos relacionados à retenção e ao vínculo dos colaboradores. A partir da consolidação dos resultados, a companhia prevê ampliar progressivamente o número de bolsas e estender o “vale-educação” às demais unidades operacionais, alcançando todos os estados de sua área de atuação. Sobre a Solar Coca-Cola – A Solar é uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta com 13 fábricas espalhadas pelo Brasil. Com cerca de 120 centros de distribuição, entre próprios e terceirizados, a empresa atua em cerca de 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Centro-Oeste. A Solar conta com mais de 19 mil colaboradores e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 400 mil pontos de venda, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros. Sobre a Unico Skill – A Unico Skill é uma empresa brasileira que busca democratizar o conhecimento no ambiente corporativo, fornecendo educação ilimitada como benefício a funcionários de empresas e seus dependentes. A plataforma conecta empresas, trabalhadores e algumas das melhores instituições de ensino do Brasil, como Mackenzie, PUCPR, PUC RS, Estácio, Fundação Dom Cabral, Coursera, CNA, entre outras, além das melhores universidades estrangeiras. Atualmente, o benefício da educação da Unico Skill está em mais de 180 empresas, como Solar Coca-Cola, iFood, Bradesco, Bayer, Aché, Ypê, Farmácia Pague Menos, BMG, Banco BV e outras, que somam mais de 500 mil colaboradores. O benefício educação ilimitado funciona como um plano de saúde, mas voltado à educação: a empresa paga um valor fixo mensal por colaborador, e os trabalhadores passam a ter acesso à plataforma.