Turismo do RN cresce acima da média nacional e impulsiona setor de serviços, aponta IBGE

As atividades turísticas do Rio Grande do Norte registraram crescimento acima da média nacional em novembro de 2025, conforme dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na terça-feira (13). Na comparação com o mesmo período de 2024, o turismo potiguar avançou 4,2%, enquanto a média brasileira ficou em 2,1%.

De acordo com análise do Instituto Fecomércio RN (IFC), o desempenho do turismo foi decisivo para a retomada do crescimento do setor de Serviços no estado, que apresentou alta de 0,5% no comparativo anual do mês. O resultado ocorreu mesmo com desempenho mais moderado em outros segmentos da economia potiguar.

No cenário nacional, o setor de Serviços cresceu 2,5% em novembro. No Rio Grande do Norte, porém, o avanço esteve concentrado nas atividades ligadas ao turismo, que sustentaram o resultado estadual. Entre os fatores que contribuíram para o desempenho estão a expansão da economia brasileira, a oferta de voos extras, o aumento do turismo internacional e o feriado prolongado entre os dias 20 e 23 de novembro.

“Esse movimento reforça a importância do setor turístico para a dinâmica econômica do estado”, avalia o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

No acumulado de 2025, a receita do setor de Serviços no Rio Grande do Norte cresceu 3,5%, acima da média nacional, de 2,7%, configurando o terceiro melhor resultado entre os estados do Nordeste. O turismo potiguar manteve ritmo ainda mais elevado ao longo do ano, com crescimento de 5,1%, em linha com a média brasileira do segmento, que registrou alta de 5,0%.

Segundo a Fecomércio RN, as taxas superiores do turismo em relação ao setor de Serviços refletem o desempenho de atividades como alimentação, alojamento, agenciamento turístico, transportes e lazer, que seguem contribuindo para a economia estadual.

“O Turismo tem se consolidado como um dos principais pilares do setor de serviços no Rio Grande do Norte, com impacto direto sobre atividades que geram emprego e movimentam a economia em diferentes regiões do estado”, conclui o presidente.

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