Outback lança novo ecossistema digital de relacionamento

Durante quase três décadas no Brasil, o Outback Steakhouse construiu sua relação com os consumidores apoiado em um dos principais ativos da marca: a hospitalidade. Agora, a rede de restaurantes inicia uma nova fase dessa estratégia ao colocar dados e inteligência artificial a serviço da experiência do cliente. E no coração da estratégia está o Clube Outback, primeiro programa proprietário de relacionamento da marca, disponível no também recém-lançado aplicativo Meu Outback, e desenvolvido para transformar informações de consumo em experiências cada vez mais personalizadas, entregando benefícios sob medida, no momento certo. “Somos uma marca baseada em hospitalidade e no relacionamento próximo com nossos clientes. Agora, damos um novo passo ao colocar os dados a serviço dessa missão. Não se trata apenas de conhecer melhor quem nos visita, mas de usar esse conhecimento para surpreender, reconhecer preferências e criar experiências. A tecnologia fica nos bastidores e o protagonista continua sendo o cliente”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo detentor do Outback Steakhouse no Brasil. Em seu primeiro mês, o aplicativo figurou entre os 5 mais baixados da categoria de comida na App Store e superou em 48% a meta de cadastros, ultrapassando 100 mil membros. As vendas pelo app superaram 4,4 vezes a meta inicial, com um ticket médio 31% maior do que em outras plataformas. Além disso, a marca vendeu quase 3 vezes mais pelo novo app nos dias de jogos do Brasil no principal torneio de futebol do ano. Muito além de cuponagem genérica Mais do que um programa de benefícios, o Clube Outback representa uma evolução na forma como a marca entende e se relaciona com seus clientes. Apoiado por uma plataforma de gestão integrada de dados e inteligência artificial, o ecossistema interpreta o comportamento dos consumidores, como frequência de pedidos e visitas, e preferências de consumo, para tornar cada interação mais relevante, oferecendo experiências alinhadas ao perfil de cada cliente. Longe de ser um modelo de cuponagem genérico, o programa nasce com uma proposta que vai além do tradicional modelo baseado apenas em pontos e descontos, e acontece por meio de níveis de relacionamento, com benefícios desbloqueados conforme a interação do cliente com a marca. Entre eles estão também cupons personalizados, mas principalmente acesso a menus exclusivos, consumo gratuito de determinados produtos, brindes colecionáveis, prioridade em serviços e experiências especiais. Como funciona O Clube Outback foi desenvolvido para acompanhar o cliente em toda a sua jornada com a marca. Além das interações realizadas pelo aplicativo, pedidos para retirada (takeaway) e refeições nos restaurantes físicos também passam a fazer parte do mesmo ecossistema. Nos restaurantes, basta que o cliente informe seu CPF no momento do pagamento para que a experiência seja reconhecida e integrada ao seu histórico. A partir dessa identificação, os pontos são acumulados e o consumidor evolui de nível no programa. Ao se cadastrar, o cliente inicia sua jornada como Explorer, com acesso a descontos e benefícios. Conforme interage com a marca, avança para os níveis Adventurer e Outbacker, desbloqueando vantagens como prioridade na fila, acesso a menus especiais, itens gratuitos e produtos colecionáveis. O Clube Outback faz parte do aplicativo Meu Outback, disponível gratuitamente para download nas plataformas Android e iOS.

Robô amplia fronteira da cirurgia cardíaca na Bahia

A cirurgia cardíaca robótica ganha mais espaço na Bahia. Neste mês de agosto, o Hospital Mater Dei Salvador (HMDS) realizou dois novos procedimentos assistidos por robô para tratar doenças das válvulas cardíacas. As operações, em pacientes de 32 e 62 anos, dão continuidade ao programa iniciado pela instituição e ampliam, no estado, a oferta de uma modalidade minimamente invasiva ainda concentrada em centros especializados. A paciente mais jovem apresentava doença da válvula tricúspide, enquanto a outra tinha comprometimento da válvula mitral. Nos dois casos, a indicação foi definida após avaliação criteriosa do time do coração (Heart Team) do HMDS. Essa análise é fundamental para selecionar a melhor estratégia de tratamento individualizado para cada paciente. Para a cardiologista Marianna Andrade, coordenadora do serviço de Cardiologia do Mater Dei Salvador, o avanço amplia as possibilidades de tratamento no estado. “O objetivo não é usar o robô porque ele existe, mas identificar em quais situações a tecnologia realmente pode agregar benefício, sempre com indicação criteriosa e segurança para o paciente”, afirma. Menos invasiva – Na cirurgia cardíaca convencional, muitas operações exigem a abertura do esterno para chegar ao coração. Na abordagem robótica, o procedimento pode ser realizado por pequenas incisões entre as costelas. O cirurgião permanece no comando durante toda a operação, controlando os braços do equipamento por meio de um console com visão ampliada e tridimensional do campo cirúrgico. A tecnologia permite movimentos precisos em espaços reduzidos e pode diminuir o trauma provocado pelo acesso cirúrgico. Entre os potenciais benefícios para pacientes selecionados estão menor sangramento, menos dor no pós-operatório e recuperação mais rápida. O robô, porém, não atua de forma autônoma nem substitui a experiência médica. “O que muda principalmente é a forma de acesso ao coração. Os princípios da cirurgia continuam os mesmos”, explica o cirurgião cardíaco do HMDS, Marco Guedes. “A tecnologia permite realizar etapas complexas por incisões menores e com excelente visualização, mas o resultado depende da técnica, da experiência da equipe e da seleção adequada do paciente”, explica. Válvulas do coração – As válvulas cardíacas controlam a passagem do sangue entre as diferentes câmaras do coração. Quando não abrem ou fecham adequadamente, o órgão pode ser sobrecarregado. Falta de ar, cansaço, palpitações, inchaço e perda da capacidade para atividades cotidianas estão entre os sintomas que podem aparecer em casos mais avançados. Nos procedimentos realizados este mês no HMDS, foram tratadas justamente as válvulas tricúspide e mitral. Para pacientes adequadamente selecionados, determinadas doenças dessas estruturas podem ser abordadas por técnicas minimamente invasivas, incluindo a cirurgia robótica. “O que interessa ao paciente não é apenas saber que sua cirurgia foi feita com um robô”, ressalta Marianna Andrade. “Ele quer tratar a doença, recuperar sua capacidade funcional e voltar à rotina com segurança. A inovação precisa estar a serviço desse resultado”, completa. Construir um programa de cirurgia robótica é muito diferente de simplesmente realizar um caso com o equipamento”, destaca Marco Guedes. “É preciso treinamento, seleção adequada, integração da equipe e avaliação constante dos resultados”. Esse programa é realizado com o apoio e acompanhamento de especialistas da Rede Mater Dei que já possuem ampla experiência nessa modalidade de tratamento. Nova fronteira – A ampliação do programa em Salvador também permite que pacientes da Bahia e de outros estados do Norte e Nordeste tenham acesso local a procedimentos cardiovasculares de alta complexidade antes mais concentrados em grandes centros do país. Com os novos casos, o HMDS avança na fase de implantação para a construção de um serviço contínuo de cirurgia cardíaca robótica. A proposta é que a tecnologia passe a integrar as alternativas disponíveis ao lado da cirurgia convencional, das técnicas minimamente invasivas e dos procedimentos por cateter. “Não existe uma melhor técnica para todos os pacientes. Existe a estratégia mais adequada para cada pessoa. Quanto mais recursos temos disponíveis, utilizados com responsabilidade, maior é nossa capacidade de individualizar o tratamento”, resume Marianna Andrade.

CineSolarzinho, cinema movido a energia solar, chega a Natal com entrada e pipoca de graça

O CineSolarzinho, versão voltada ao público infantil do CineSolar – o primeiro cinema itinerante movido a energia solar do Brasil, será vivenciado em Natal (RN), na terça-feira (01/09), a partir das 18h, no Ginásio Poliesportivo da Escola Estadual Dom José Adelino Dantas, no bairro Potengi. Com acesso gratuito e livre para todas as idades, na telona serão exibidos curtas-metragens com temas como sustentabilidade, ciências, tecnologia e o universo da infância. Os filmes contam com recursos de acessibilidade e, durante o evento, haverá distribuição de pipoca. A 6ª edição do CineSolarzinho é viabilizada pela Lei Rouanet, com patrocínio do banco BV e apoio da Escola Estadual Dom José Adelino Dantas, e é realizada pela Brazucah Produções e pelo Ministério da Cultura. O protagonista do projeto é o furgão do CineSolarzinho, uma estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz. O veículo é adaptado com placas fotovoltaicas no teto e carrega todo o cinema: cadeiras, banquetas, sistemas de conversão e armazenamento de energia, som, projeção e a própria tela. Com luzes coloridas, decoração de material reciclado e objetos interativos (como laser e bola de plasma), o espaço ensina, de forma lúdica, como a luz do sol se transforma em energia elétrica. “Levar cinema para as crianças, de forma lúdica, gratuita e sustentável, é uma maneira de ampliar horizontes, estimular a criatividade e fortalecer a cultura desde a infância. O CineSolarzinho foi criado exatamente com esse propósito: proporcionar uma experiência que une arte, educação e meio ambiente, despertando novos olhares para o mundo”, explica Cynthia Alario, idealizadora do CineSolar. O circuito O Circuito do banco BV acontece neste segundo semestre, em oito cidades dos estados de São Paulo, Paraná, Paraíba, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Além das sessões de cinema, serão promovidos três encontros da Oficinema Solar em escolas públicas.  A oficina on-line tem como objetivo sensibilizar os estudantes sobre as questões ambientais e introduzir aspectos básicos da linguagem audiovisual com a técnica de animação em stop motion, que consiste em criar a ilusão de movimento a partir de uma série de fotografias sequenciais. Com celular e tablet, as crianças e jovens constroem coletivamente a história, protagonizam e roteirizam um curta, que é exibido na sessão de cinema à noite para toda a população. Curtas-metragens Nesta edição do CineSolarzinho, a curadoria dos curtas-metragens é assinada pela E+ – a principal plataforma de entretenimento educativo na América Latina, impulsionada pela Fundação Norma e por Leo Werthein – em colaboração com Ana Arruda, curadora e diretora da Sétima Cinema. São 22 curtas e documentários, brasileiros e de países como Argentina e Uruguai.  Histórias que encantam, conectam e ampliam o mundo das crianças, com abordagem que combina educação, cultura e linguagens contemporâneas. “As premiadas animações nacionais convidam o público a embarcar em narrativas cheias de imaginação, afeto e aventura. Com linguagem acessível e ritmo envolvente, os filmes apresentam personagens, lendas e cenários de diferentes regiões do Brasil proporcionando às crianças experiências de descoberta, convivência com a natureza e pertencimento no universo da infância”, diz Ana Arruda. PROGRAMAÇÃO Natal/RN Sessões de Cinema (filmes com recursos de acessibilidade) Data: Terça-feira (01/09) Horários: 18h – 1ª sessão: curtas ‘Cooperação e Amizade’                  19h – 2ª sessão: curtas ‘Luz, Sonho e Inclusão’ Entrada: livre – não precisa de ingresso Atração: pipoca de graça e visita ao furgão do CineSolar Local: Ginásio Poliesportivo da Escola Estadual Dom José Adelino Dantas – Rua Bragantina, 190 – Potengi – Natal/RN

Clap doa 19,8 toneladas de alimentos ao Sesc Mesa Brasil beneficiando mais de 4 mil famílias

Dois eventos realizados pela Clap Entretenimento, o TBT do Safadão e o Samba Brasil arrecadaram, juntos, 19,8 toneladas de alimentos que foram destinados ao projeto Sesc Mesa Brasil e entregues em solenidade realizada nesta sexta-feira (28). O TBT do Safadão arrecadou 13,08 toneladas, representando mais da metade dos alimentos arrecadados e o Samba Brasil 6,8 toneladas. Outro evento participante do Sesc Mesa Brasil arrecadou 2,3 toneladas. O diretor da Clap Entretenimento, Antônio Torres, destacou essa iniciativa na área social que beneficia centenas de famílias e da forma como o setor de eventos tem contribuído com isso. “É uma política nossa e a atuação social tem sido frequente. E isso não é de hoje. Nosso público mostra uma atitude de solidariedade e ação do bem.”, declarou. A doação desse montante arrecadado foi destinada a 41 instituições beneficiadas pela campanha. No total, são 21.118 pessoas e 4.880 famílias beneficiadas por essa iniciativa. O presidente da Fecomercio, Marcelo Queiroz, enalteceu a parceria com a doação de alimentos por meio do ingresso solidário. “São pessoas carentes, necessitadas e que vão ter o alimento em sua mesa agora”, concluiu.

4º Prêmio “Natal Sem Igual” abre inscrições; Saiba como participar

Antes de qualquer praça ganhar nome de herói ou qualquer prédio virar patrimônio tombado, alguém precisou viver ali, lutar ali, resistir ali. Muitas vezes esse alguém foi uma mulher, mas a história, como quase sempre faz, esqueceu de anotar o nome dela na placa. É essa lacuna que o 4º Prêmio de Jornalismo “Natal Sem Igual” quer provocar o jornalismo potiguar a preencher. As inscrições para a nova edição, que tem como tema “Uma mulher fez história aqui”, estão abertas desde a última sexta-feira (21) e seguem até 21 de dezembro de 2026. O prêmio é realizado pela Quero Prosa, com apoio do Governo do Estado através da Lei Câmara Cascudo e incentivo da distribuidora Riograndense. A proposta dessa edição é valorizar bairros, igrejas, monumentos, prédios, praças e outros bens que compõem o patrimônio material e imaterial da capital potiguar a partir da perspectiva da ligação desses espaços com a trajetória das mulheres que ajudaram a formar a identidade da cidade, mas que nem sempre entraram para os registros oficiais. Não é exigido que a personagem tenha nascido na capital potiguar, apenas que sua atuação tenha vínculo comprovado com a história, a memória ou o patrimônio de Natal. “Ao estabelecer essa conexão entre personagens e lugares, o prêmio busca ampliar o conhecimento sobre a história da cidade e estimular uma compreensão do patrimônio como espaço de memória, pertencimento e identidade coletiva”, diz o edital do prêmio. O jornalista, escritor e produtor cultural Octávio Santiago, coordenador do prêmio, acrescentou que, além de ampliar a visibilidade do protagonismo feminino na história da capital potiguar, a iniciativa também tem como objetivo “estimular a produção de conteúdos jornalísticos sobre o patrimônio histórico, arquitetônico e cultural de Natal”. “A premiação é uma forma concreta de valorizar trabalhos jornalísticos que abordem o tema da preservação e difusão da memória da cidade, com foco, nesta edição, no protagonismo feminino”, afirmou. De acordo com o edital, disponível no perfil do prêmio no Instagram (@concursojornalismodonatal), poderão concorrer pessoas físicas, brasileiras ou estrangeiras residentes no país, autoras ou coautoras de conteúdos jornalísticos publicados pela primeira vez entre 1º de janeiro e 20 de dezembro de 2026. Os trabalhos deverão ser originais e de autoria do(s) participante(s), sendo vedada a inscrição de conteúdos que violem direitos autorais ou quaisquer direitos de terceiros. O prêmio distribuirá R$ 82 mil entre as seis categorias. Em Texto, os valores são R$ 6 mil (1º lugar), R$ 4,5 mil (2º) e R$ 3 mil (3º), além de R$ 2,5 mil para o Prêmio Estudante. Em Vídeo, a distribuição é de R$ 7 mil, R$ 6 mil e R$ 5 mil para as três primeiras colocações, com R$ 3 mil para o Prêmio Estudante. Em Áudio, os valores são R$ 6 mil, R$ 4,5 mil e R$ 2,5 mil para o Prêmio Estudante. Já a categoria Produto Especial – voltada a documentários, séries de reportagens, podcasts e projetos multimídia – premia com R$ 10 mil o primeiro colocado e R$ 8 mil o segundo. Há ainda os prêmios únicos de Jornalista Amigo do Patrimônio e Veículo de Comunicação Amigo do Patrimônio, cada um no valor de R$ 7 mil. Estes reconhecem trajetórias de profissionais e veículos que tenham se destacado pela contribuição contínua à valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural. As inscrições devem ser feitas através de formulário eletrônico e cada participante pode inscrever um trabalho por categoria, podendo concorrer em mais de uma. Os critérios de julgamento vão da aderência ao tema à qualidade da apuração, passando por contextualização histórica, diversidade de fontes e observância da ética jornalística. Uma tradição que já rendeu boas histórias Desde 2022, o prêmio vem costurando a relação entre jornalismo e memória urbana. A primeira edição teve como tema “Uma cidade com história pra contar”. Em 2023, o foco foi “Os caminhos da cidade”. Já a terceira edição, realizada em 2024, homenageou um dos bairros mais tradicionais da capital com o mote “Na Ribeira que resiste, muita história existe”. Agora em 2026 é a vez de olhar para as mulheres que, mesmo sem estátuas ou ruas com seus nomes, ajudaram a erguer a contemporânea Natal. O “Natal Sem Igual”, além de um concurso, se propõe a fazer um convite para transformar reportagem em memória e memória em pertencimento. Para o jornalismo local, é também a chance de provar, mais uma vez, que as melhores histórias da cidade muitas vezes estão à espera de quem se disponha a contá-las.

Jon Secada e Marina Elali chegam a Natal nesta sexta-feira com o show “Canções Eternas”

Depois de lotar apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo e conquistar o público em participações em programas nacionais, incluindo o Domingão com Huck, a turnê “Canções Eternas” chega ao Nordeste. O espetáculo, que reúne no mesmo palco o cantor internacional Jon Secada e a potiguar Marina Elali, será apresentado nesta quinta-feira (3 de setembro), no Recife, e desembarca em Natal na sexta-feira (4 de setembro), terra da cantora, para uma noite especial no Teatro Riachuelo. Em “Canções Eternas”, os artistas dividem o palco em um encontro emocionante, interpretando grandes clássicos da música nacional e internacional. Com sucessos que atravessam gerações, duetos marcantes e muita emoção, o show celebra a força da música e a conexão entre dois grandes intérpretes. A apresentação em Natal ganha um significado ainda mais especial por marcar o reencontro de Marina Elali com o público de sua cidade. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo e pelo site uhuu.com. A apresentação começa às 20h. Esta é uma oportunidade única para viver uma noite inesquecível ao som de Jon Secada e Marina Elali, em um dos shows mais aguardados da temporada em Natal.

Lá em Vó aposta na cozinha afetiva para transformar refeições em experiências de memória e acolhimento

Há lugares que acolhem antes mesmo do primeiro prato chegar. Em Natal, essa é a proposta do Lá em Vó – Cozinha Afetiva, restaurante localizado em Ponta Negra que vai muito além da gastronomia. A casa nasce com o propósito de resgatar memórias, reunir famílias e transformar cada refeição em um momento de afeto. Inspirado naquelas lembranças que moram na cozinha da avó – da mesa sempre posta ao tempero feito com calma, passando pelas conversas que se estendem sem pressa – o Lá em Vó convida o público a viver uma experiência onde o sabor caminha lado a lado com o acolhimento. Cada ambiente foi pensado para despertar sentimentos de pertencimento e conforto. A decoração, os detalhes e a atmosfera da casa remetem às boas lembranças da infância, criando um espaço onde comer bem é apenas parte da experiência. “Mais do que servir refeições, queremos proporcionar encontros. Acreditamos que a comida tem o poder de reunir pessoas, despertar lembranças e criar novas histórias. O Lá em Vó nasceu para ser exatamente esse lugar: uma extensão da casa da avó, onde todos se sintam bem-vindos”, destaca a direção do restaurante. O cardápio traduz essa proposta ao reunir receitas que valorizam ingredientes frescos, preparos artesanais e porções generosas. São entradas, petiscos, massas, grelhados, frutos do mar, moquecas, opções da culinária nordestina, saladas, sobremesas autorais e uma carta de drinks desenvolvida especialmente para harmonizar com a experiência da casa. Durante a semana, o restaurante também oferece pratos executivos, ampliando as opções para quem busca uma refeição completa no dia a dia. Já no período da noite, o cardápio ganha variados sabores de pizzas, tornando o Lá em Vó uma opção para diferentes momentos, do almoço em família ao jantar e aos encontros entre amigos. Entre os destaques estão a Carne de Sol do Vô João, o Baião da Voinha, a Lasanha da Dona Simone, a Moqueca do Cais e sobremesas como o Bolo de Chocolate da Vovó Nise e o tradicional Pudim da Vovó Lili. O restaurante também oferece menu infantil e opções leves para diferentes perfis de público. Pensando especialmente nas famílias, um dos grandes diferenciais do Lá em Vó é a ampla brinquedoteca destinada a crianças de 0 a 12 anos. O espaço conta com monitoras e foi projetado para oferecer diversão com segurança, permitindo que pais e responsáveis aproveitem a refeição com tranquilidade enquanto os pequenos brincam. A programação infantil vai além da brinquedoteca. Todas as semanas, o Lá em Vó prepara atrações e atividades especiais para as crianças e suas famílias, com iniciativas que incluem apresentações de mágico, Dia das Princesas, Dia do Herói e oficinas de pizza, entre outras experiências. A proposta é criar novos motivos para reunir a família e fazer com que cada visita possa render diferentes momentos e lembranças para os pequenos. Outro atrativo é o mega telão instalado no restaurante, tornando a casa uma opção também para reunir amigos e familiares durante grandes eventos esportivos e momentos especiais. A partir das quintas-feiras, o Lá em Vó também conta com música ao vivo, complementando a experiência e deixando o clima ainda mais convidativo para os encontros no fim da semana. Instalado na Rua Praia de Camurupim, nº 9012, em Ponta Negra, em frente à Praça dos Gringos, o Lá em Vó funciona diariamente, das 11h45 à meia-noite, oferecendo almoço, jantar, happy hour e encontros em um ambiente onde cada detalhe foi pensado para fazer o cliente sentir-se verdadeiramente em casa. Mais do que um restaurante, o Lá em Vó propõe um jeito especial de viver a gastronomia em Natal: com tempo, afeto, boa comida, diversão para as crianças e muitas histórias para compartilhar ao redor da mesa. Serviço:Lá em Vó – Cozinha AfetivaRua Praia de Camurupim, 9012 – Ponta Negra (em frente à Praça dos Gringos)Funcionamento: todos os dias, das 11h45 à meia-noitePratos executivos durante a semanaPizzas com sabores variados no período da noiteMúsica ao vivo a partir das quintas-feirasProgramação infantil especial semanal

“Tchau, Chupeta”: espaço transforma marco da infância em doação de fraldas para ONGs

Dar adeus à chupeta é uma etapa marcante para muitas crianças e famílias. Mais do que deixar um hábito afetivo para trás, essa mudança também representa uma nova fase do desenvolvimento infantil. Por isso, encontrar narrativas especiais para conduzir o processo pode tornar a adaptação mais leve. No Natal Shopping, o espaço “Tchau, Chupeta” foi criado para transformar essa passagem em uma experiência de conquista para os pequenos. Localizado no piso L2, próximo à escada rolante da Praça de Eventos, o ambiente colorido convida as crianças a entregarem suas chupetas para a Naty, mascote do shopping. Para marcar a nova fase, cada participante recebe um Certificado de Criança Grande, um mimo especial da personagem que também é embaixadora das causas sociais e sustentáveis do empreendimento.  Por isso, a iniciativa desencadeia um resultado filantrópico e ecologicamente correto: as chupetas são encaminhadas para reciclagem e cada unidade descartada é revertida em um pacote de fraldas, doado para uma organização social que atenda o público infantil. Apenas em 2025, 2.000 unidades de fraldas descartáveis foram direcionadas para a Casa da Piedade Tia Deusa. Foi nesse cenário que os gêmeos Gael e Liz, filhos das criadoras de conteúdo Cláudia Ludimila e Micaela Vladivia, se despediram das suas chupetas. A família já vinha preparando as duas crianças e compartilhavam essa rotina no perfil @2irmaose2maes. Durante os passeios pelo shopping, as mães aproveitavam para apresentar o espaço aos pequenos e explicar que, quando chegasse a hora, eles poderiam levar os acessórios para a mascote do shopping. “Essa iniciativa nos chamou muita atenção por ser uma proposta extremamente lúdica e um apoio real para esse momento que costuma ser difícil para as famílias”, conta Cláudia. A estratégia ajudou a tornar a mudança mais concreta e positiva para Gael e Liz, de 2 anos. Segundo Cláudia, os dois pequenos ficaram encantados com a experiência e passaram a associar a pelúcia recebida à nova rotina sem o adereço. “Nós vibramos junto com eles naquele momento e fizemos vários registros. Entregar a chupeta e receber o certificado fez toda a diferença”, explica. Cláudia Ludimila complementa dizendo que o espaço ajudou a consolidar uma decisão que já vinha sendo construída em casa e tornou mais fácil lidar com a nova rotina. “Depois desse dia, tivemos noites super tranquilas e sempre conversamos sobre a Naty com eles. Foi um benefício enorme para toda a família e ficamos felizes demais com o resultado”, pontua. Pediatra orienta sobre uso da chupeta   Costumeiramente usada para acalmar as crianças em momentos de aconchego ou de estresse, a chupeta é adotada porque o movimento de sucção libera endorfina, o hormônio ligado ao bem-estar. Entretanto, especialistas reforçam que há outros métodos para acalentar a criança – como a amamentação, o colo, devido ao contato pele a pele, a leitura, o canto e o uso do ruído branco – que não provocam os malefícios que a chupeta traz. De acordo com a pediatra Karynne Trindade, entre as desvantagens do uso do objeto está a chamada “confusão de bicos”, que prejudica a amamentação e, consequentemente, o desenvolvimento da criança. Apesar disso, a pediatra ressalta que o uso da chupeta não é condenado por especialistas, entretanto alguns cuidados são necessários.  “Até um ano de idade, temos a noção de que a chupeta não vai alterar a dentição, a musculatura da face, a fala e a comunicação da criança, mas orientamos que cada pai e mãe se informe sobre os benefícios e malefícios que essa ferramenta pode causar antes de decidir se o filho vai usar ou não”, ressalta.  Para os pais que optam por adotar a chupeta, a recomendação é fazê-lo apenas após o processo de amamentação estar estabelecido, com a criança ganhando peso e a mãe sem fissuras nos seios, sempre com o acompanhamento de um profissional. Mesmo assim, a descontinuação do uso é recomendada a partir do 1° ano da criança. 

Alecrim confirma treinador e primeiros jogadores para Segundona do Estadual

O Alecrim Futebol Clube confirmou nessa segunda-feira (31) o nome do treinador que vai comandar o alviverde na disputa da Segunda Divisão do Campeonato Potiguar. Jonydei Tostão, de 50 anos, foi o escolhido para o cargo. Tostão tem uma carreira muito ligada ao ABC, onde esteve entre os anos de 2018 e 2025 como auxiliar técnico, tendo também assumido a função de treinador no alvinegro em diversas oportunidades. Como jogador, foi atleta do Alecrim entre os anos de 1995 e 1999. O treinador conquistou o primeiro título como técnico nesta temporada, quando assumiu o comando do Piauí e venceu o Campeonato Piauiense. Tostão participa agora da montagem do elenco do alviverde com a diretoria do clube. Os treinos devem começar no dia oito de setembro, no Estádio Severino Umbelino, no bairro do Porto, em Nísia Floresta. Primeiros contratados O Alecrim já fechou com sete jogadores para a disputa da Segundona. O primeiro a confirmar presença no verdão foi Xílu, atacante de 29 anos, estava na Portuguesa Santista. O lateral-esquerdo Jeferson, que foi campeão da Segunda Divisão Potiguar com o alviverde, é mais um confirmado, retornando ao clube. O atacante Leozinho, os laterais Elias e Jefferson Arouca e os zagueiro Vinícius e Yan Oliveira também estão na equipe alecrinense que vai buscar uma vaga na elite do futebol do Rio Grande do Norte de 2027.

Festival Mulheres Percussão realiza primeira edição no RN

O som dos tambores vai ocupar a Zona Norte do Rio Grande do Norte nos dias 5 e 6 de setembro, com a realização da primeira edição do Festival Mulheres Percussão, iniciativa do GAMI – Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes do RN e da Cores Que Tocam Produções. Mais do que um festival musical, o Mulheres Percussão nasce como um espaço de encontro, formação, criação artística, valorização dos saberes ancestrais e fortalecimento das mulheres por meio da música e da percussão. Com uma programação que conecta arte, educação, cultura, autocuidado e transformação social, o festival reúne mulheres de diferentes gerações e trajetórias para compartilhar conhecimentos, experimentar ritmos, cantar, tocar, criar instrumentos, ocupar espaços e afirmar suas vozes. A programação começa nos dias 3 e 4 de setembro com oficinas online sobre a História do GAMI, formação sociopolítica e BemViver com Goretti Gomes, Marlene Silva, Vanuzia Damasceno, Cristina Diógenes e Àguida Tatiana, Produção Musical de Jograis Autorais, com Camila Pedrassoli e Vitória de Santi e alunas do Batuque de Mulheres. Dia 5 de setembro, na sede do GAMI – Zona Norte, com acolhimento e café da manhã, seguido da vivência TamborÚtero, com Rafaela Brito e convidadas. Ao longo do dia, serão realizadas atividades de convivência, o Karaokê Especial – Gritos de Desordem e Músicas Feministas com equipe do GAMI, a oficina Mandalas e Cantos de Trabalho – Tecendo Lutas e Afetos com Marlene Silva e Michelle Galvão e um ensaio aberto do musical “Nossa Voz”, com o Batuque de Mulheres do GAMI, e convidadas. No dia 6 de setembro, a programação segue na UERN – Zona Norte, ampliando o encontro para um espaço maior de troca de conhecimentos e experiências. A manhã será dedicada à Jornada dos Saberes – Café com as Matriarcas e Mestras , com café da manhã com as matriarcas e mestras, um momento rico com música e compartilhamento de saberes e raízes, mediado por Karina Oliveira e Rafaela Brito e reunindo mulheres como Maria das Graças, Maria Lobélia, Maria Lindalvania, Mônica Santos, Iyalé, Ranah Duarte, entre outros nomes essenciais. A programação também contará com Roda de Autocuidado – Alongamento e Massagem Coletiva com o Núcleo de Cuidado do GAMI, além oficina “Do Lixo à Música”, com a artista visual Yayá Costa e equipe do projeto dedicada à confecção de instrumentos musicais com materiais reutilizados, e um cortejo que levará a força dos tambores para os espaços do festival. O encerramento será marcado pelo musical “Nossa Voz”, com o Batuque de Mulheres do GAMI e participação de Renata Rouxinol, Mônica Santos e Iyalé, além da instalação “Do Lixo à Música”, no corredor das Artes. MUSICAL “NOSSA VOZ” CELEBRA 23 ANOS DO GAMI COM MÚSICA AUTORAL, BATUQUE E POESIA EM DEFESA DAS MULHERES O GAMI – Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes, referência nacional na luta pelos direitos de mulheres lésbicas, comemora 23 anos de resistência com o lançamento do espetáculo “Nossa Voz”. Com direção musical de Camila Pedrassoli, Juliana Furtado e Rafaela Brito, o musical tem como elenco as alunas participantes do projeto Batuque de Mulheres do GAMI e equipe de instrutoras do Batuque de Mulheres, o espetáculo é um musical-aula-show inédito. Em cena, 40 mulheres transformam o palco em sala de ensaio, onde jograis autorais e “gritos de desordem” se encontram com a força da percussão. Entrelaçado por 19 músicas autorais, “Nossa Voz” conta a trajetória do GAMI/RN na linha de frente da defesa da vida das mulheres lésbicas no RN. Do coco ao samba reggae, do lamento à celebração, da luta ao afeto, o repertório transita por temas como amor, ancestralidade, violência e empoderamento. “É o nosso grito virando música. É a nossa história virando aula. É a nossa luta virando festa”, definem as regentes. O repertório autoral inclui canções marcantes como “Nossa Voz”, “Mais Mulheres”, “Saudade da Preta”, “Batuque do 180”, “Ei, não é não!”, “A arte de r(E)sistir” e “Autoras da própria história”. Percussão como ferramenta de transformação A criação do Festival Mulheres Percussão está diretamente ligada à trajetória do GAMI, organização fundada em Natal em 2003 e que desenvolve ações voltadas à transformação social e ao empoderamento feminino por meio da arte, da formação política, do esporte e de práticas de cuidado e a parceria com a Cores Que Tocam Produções, produtora idealizada pela professora Rafaela Brito que assina a idealização do festival junto ao GAMI. Nesse contexto, o Batuque de Mulheres do GAMI ocupa um lugar central. A percussão deixa de ser apenas linguagem musical e passa a ser também uma ferramenta de expressão, pertencimento, autonomia, construção coletiva e ocupação de espaços historicamente marcados pela presença masculina. “O tambor é também uma forma de dizer que estamos aqui. Quando uma mulher toca, canta, compõe, conduz um cortejo e ocupa o palco, ela está produzindo música, mas também está produzindo memória, identidade e transformação.” Entre tambores, vozes e afetos O festival propõe uma experiência em que fazer música e cuidar de si e das outras caminham juntos. As oficinas e vivências são gratuitas e foram pensadas para aproximar diferentes conhecimentos: da técnica percussiva à musicalização, dos saberes das mestras às novas criações, da composição de instrumentos com materiais reutilizados às práticas de autocuidado. A proposta é criar uma grande rede de mulheres em torno do tambor, reconhecendo a música como território de encontro e a cultura como instrumento de transformação. O Festival Mulheres Percussão – 1ª edição possui patrocínio do Instituto Neoenergia, da Neoenergia Cosern e do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Lei Câmara Cascudo, a realização é do GAMI/RN e da Cores Que Tocam Produções Artísticas, a produção da Guria Produtora e da Pólen Aceleradora. O festival reafirma, assim, uma mensagem simples e potente: quando mulheres se encontram para tocar, suas vozes se multiplicam. SERVIÇO Festival Mulheres Percussão – 1ª ediçãoRealização: GAMI – Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes do RN e Cores Que Tocam Produções ArtísticasData: 3, 4, 5 e 6 de setembro de 2026Locais:  03 e 04: Online – Zoom 05/09: GAMI – Zona Norte 06/09: UERN –